Curuiosidades sobre Cemiterios
Raul Soares |
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Aí está enterrado o ex-governador de Minas, Raul Soares, e o autor é o italiano Ettore Ximenes. Existem estátuas de três deuses greco-romanos no alto da estrutura. Num curioso sincretismo clássico-cristão, existem também os dois anjos ao lado do caixão, que é... um sarcófago! Feito de algum metal grossão e pesadão, e exposto, sem enterrar! Suponho que Raul Soares deve ter sido algum tipo de luminar em vida para receber um túmulo meio "Sete Maravilhas do Mundo" como esse, e ter dado nome a uma praça, um hospital psiquiátrico e uma cidade inteira do interior, mas para variar só consegui descobrir que ele foi governador de Minas nos Anos 20 e tinha como profissão médico (neurologista ou psiquiatra, ou o equivalente disso no tempo dele). |
Cemitério
da Consolação - Foto de 1898 |
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As origens
do Cemitério da Consolação Apesar de inaugurado no dia 15 de agosto de 1858, podemos dizer que a história do cemitério da Consolação é mais antiga, remontando mesmo ao ano de 1829, época em que o vereador Joaquim Antonio Alves Alvim defendeu, pela primeira vez, a construção de um cemitério público na cidade. Até então, a prática vigente preconizava que os corpos deveriam ser sepultados em solo sagrado, no interior das igrejas, pois entendia-se que a proximidade dos santos poderia auxiliar a entrada da alma no Paraíso. |
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Desde
finais do século XVIII tal costume já estava sendo condenado
pelos higienistas, que diziam ser este um hábito perigoso à
saúde. A presença constante de epidemias na cidade, que
resultava numa contínua manipulação dos restos mortais
no interior das igrejas, produzia os temidos miasmas (mau cheiro), estes tidos como a grande causa das doenças no período pré-microbiano.Tendo em vista o fato de envolver crenças religiosas arraigadas, os debates a respeito dos sepultamentos foram intensos, tendo perdurado por cerca de 30 anos desde aquela proposta do vereador Alvim. Nesse período, a idéia de se construir um cemitério público sofreria algumas alterações: a princípio ele deveria ser edificado ao lado da igreja da Consolação, e isso conforme opinião do engenheiro Carlos Rath e dos médicos Líbero Badaró e Cândido Gonçalves Gomide; posteriormente, ele seria deslocado para o bairro da Luz (em 1832) e para o bairro depois conhecido como Campos Elíseos (em 1854). |
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| HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS | |
O Dia de Finados é o
dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas
que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é
sentir que o outro não morrerá nunca. É celebrar
essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã
é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para
sempre. Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos
falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires
nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio.No
século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos
na celebração da missa. Desde o século 5º,
a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos
quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
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| Cemitério de Paranapiacaba | |
No cemitério da vila de Paranapiacaba, antigos túmulos mostram os rostos do passado. "Cemitério do Curuçá - Conhecido popularmente como Cemitério de Paranapiacaba. Fundado em 25 de Julho de 1900, possui em uma área de 20.000 m², aproximadamente 600 Jazigos de concessão perpétua construídos. Foi construido pelos Ingleses, que na época construiam e trabalhavam na estrada de ferro. Na época ocorreu uma epidemia muito forte que levou a óbito centenas destes operários, que estando longe de seus lares, eram alí sepultados." |
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| Curuiosidade - Cemitério da Lapa | |
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Este cemitério teve inicio após a epidemia de gripe espanhola (1918/19)onde eram abertas valas comunitarias por causa alto número de pessoas que vieram a falecer nesse curto período. Também conhecido como Goiabeira (a área tinha muitos pés de Goiaba) |
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