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Projeto busca preservar o que resta de cemitério
O antigo cemitério da Comunidade Evangélica de Alto Linha Santa Cruz, nos fundos da Igreja Evangélica da Avenida Dom Alberto Etges, poderá ser declarado patrimônio histórico de Santa Cruz do Sul. O projeto de lei, de autoria do vereador Nasário Bohnen (DEM), começou a tramitar ontem na Câmara. O cemitério, que está desativado desde 1962, possui cerca de 100 túmulos e, possivelmente, seja um dos mais antigos da região. Hoje, a limpeza do local é feita, nos finais de semana, pela Juventude Evangélica de Alto Linha Santa Cruz (Jealisc). No entanto, o vereador entende que o grupo poderia contar com o apoio do poder público e isso se torna mais fácil no momento em que integrar o inventário histórico do município.
Atualmente, integram o rol do patrimônio histórico a Catedral São João Batista, o Centro de Cultura Jornalista Francisco José Frantz, a Igreja Evangélica e o Cemitério dos Imigrantes de Rio Pardinho, e a antiga Cooperativa Agrícola de Linha Santa Cruz. Para Bohnen, os antigos cemitérios guardam boa parte da história e nomes de pessoas que construíram o município. Por isso, cobra uma atenção maior do poder público. LÁPIDES - Nos túmulos, estão enterradas pessoas que morreram entre 1855 e 1900, entre elas várias crianças. Nas lápides, constam os locais da Alemanha de onde vieram, frases em memória e até informações sobre as atividades que desenvolviam. As datas dos sepultamento mais antigos, possivelmente, se perderam. - LINK

 

Cemiterio São José - Ribeirao Pires

O cemitério São José - Localizado em Ribeirão Pires, tem a honra de contar com funcionários que gostam do que fazem. Local com *52.000 m² * - 2.510 Jazigos e 2.240 sepulturas no total. Nessa semana conversamos com o coveiro Roberto - há 2 anos trabalhando no cemitério - ele conta que gosta do que faz e tem orgulho da profissão, para muitos vista com certo preconceito. Desde já parabéns a todos os coveiros e funcionários do Cemitério São José em Ribeirão Pires!
Kleber Athos - Equipe Cemiteriosp

 

 

Projeto busca preservar o que resta de cemitério

O antigo cemitério da Comunidade Evangélica de Alto Linha Santa Cruz, nos fundos da Igreja Evangélica da Avenida Dom Alberto Etges, poderá ser declarado patrimônio histórico de Santa Cruz do Sul. O projeto de lei, de autoria do vereador Nasário Bohnen (DEM), começou a tramitar ontem na Câmara. O cemitério, que está desativado desde 1962, possui cerca de 100 túmulos e, possivelmente, seja um dos mais antigos da região. Hoje, a limpeza do local é feita, nos finais de semana, pela Juventude Evangélica de Alto Linha Santa Cruz (Jealisc).


Atualmente, integram o rol do patrimônio histórico a Catedral São João Batista, o Centro de Cultura Jornalista Francisco José Frantz, a Igreja Evangélica e o Cemitério dos Imigrantes de Rio Pardinho, e a antiga Cooperativa Agrícola de Linha Santa Cruz. Para Bohnen, os antigos cemitérios guardam boa parte da história e nomes de pessoas que construíram o município. Por isso, cobra uma atenção maior do poder público. Matéria em PDF 

 

"Covas e Tilápías"
Confira a interessante matéria que encontramos na net. É antiga, mas vale á pena a leitura. Matéria em PDF

 

O mistério da urna selada

PORTUGAL - Trasladação nos arredores de Peniche encontrou areia, um sapato e roupa no lugar das ossadas.

A perturbação de descobrir areia no lugar das ossadas do soldado Tertuliano Henriques impediu, segunda-feira, os familiares de repararem se havia vestígios do sinete de lacre vermelho sobre a fita de seda lilás com que a urna foi envolvida há 42 anos, em Luanda. Esses vestígios, se existirem, contribuirão para esclarecer um mistério que o presidente da Liga dos Combatentes, general Chito Rodrigues, considera ser quase impossível de resolver ao fim deste tempo. "Com os dados que temos não vamos a lado nenhum..."

O sobrinho do militar, Luís Bernardo, evocou ontem o espanto e revolta sentidos pelos familiares que assistiam à trasladação da urna no cemitério da Bufarda (arredores de Peniche): "Foi um choque duplo. A minha tia faleceu [domingo, vítima de cancro] antes do levantamento das ossadas... Se fosse há mais tempo, como ela queria, teria falecido de ataque cardíaco" após 42 anos a visitar a campa quase todas as semanas, acrescentou o familiar. Matéria em PDF

 

Governo vai buscar desaparecidos políticos em São Paulo
O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo notificou o Serviço Funerário do município de São Paulo para que não abra os ossários ou valas comuns localizadas nos cemitérios de Parelheiros e Vila Formosa sem o acompanhamento da Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e do MPF. Segundo o MPF, há suspeita de que os cemitérios podem ter sido usados para ocultar restos mortais de desaparecidos políticos durante a ditadura militar (1964-1984). O MPF quer evitar a descaracterização de provas e até a perda de material genético que possa resultar numa eventual identificação das ossadas. - Matéria em PDF

 

Cem túmulos de soldados alemães são profanados na França
ESTRASBURGO, França — Cerca de cem túmulos de soldados alemães mortos durante a Primeira e Segunda guerras mundiais foram profanados no cemitério de Guebwiller, leste da França, segundo a prefeitura da região do Alto Reno (Alsácia). Os atacantes destruíram as cruzes dos túmulos e os picharam com referências
grosseiras. O cemitério de Guebwiller possui 1.238 túmulos de soldados alemães e cerca do mesmo número de túmulos de soldados franceses. Durante a Primeira Guerra Mundial, habitantes da Alsácia e de Moselle (leste) combateram com o uniforme alemão. AFP -
Matéria em PDF

 

Memorial de Santos - Cemitério Vertical

A Memorial Necrópole Ecumênica consta no Guinness Book, o livro dos recordes, como o cemitério vertical mais alto do mundo, já que três, dos quatro edifícios que o compõem, contam com 14 andares. É o segundo estabelecimento no gênero a ser erguido no País. Apresenta moderna concepção arquitetônica, aliada a conceitos avançados de assistência às famílias que o visitam para reverenciar seus mortos. Construído a partir de 1983, dispõe de aproximadamente 10 mil lóculos.
Em 1999 recebeu um Crematório e, em 2001, um Cinerário. Seu planejamento inclui três salas para velório, capela, ambulatório médico, lanchonete, estacionamento, serviços de segurança e informação, além de atendimento 24 horas. Erguido ao pé do morro do Marapé, possui terraços voltados para rochas esverdeadas de humo, áreas arborizadas, lago com carpas e viveiro com animais como pavões, faisões e coelhos.
Mais de 80% de seus 20 mil m2 O ambiente contemplativo atrai saudáveis reminiscências dos entes queridos reverenciados nos dias festivos com apresentações musicais.

O projeto de ampliação do Memorial prevê a construção de um quinto edifício, dessa vez com 108 m de altura, o que equivale a um prédio de 40 andares. Serão 32 pavimentos com o mesmo padrão arquitetônico dos demais, que incluirão mais seis salas de velório, uma capela feita de aço e vidro na cobertura, lanchonete, área verde e lagoa. Ao gerador de 140 kwh será adicionado mais um equipamento, com capacidade para 90 Kwh. - Matéria em PDF - Compilação e colaboração: Michael Colla - Equipe Cemiteriosp

 

El Funeral Celeste ou Sky Burial
Lara Aline - Equipe Cemiteriosp

Primeiros registros do Sky Burial datam do século XII, um tratado budista conhecido como o Livro dos Mortos.

Durante três dias o corpo permanece com a família que entoa cânticos e mântras. Além de ser uma cerimônia de despedida, é o período necessário para que o corpo entre em estado de decomposição, o que atrai rapidamente os abutres. A alma será entregue aos pássaros onde passará por um estado de transição antes da reencarnação.

O Sky Burial é considerado por muitos como uma solução prática e mais higiênica do que o enterro tradicional e até mesmo a cremação. Custa em média 3 salários mínimos e aqueles que não podem pagar pelo procedimento, após velar o corpo por três dias, o abandonam no alto da montanha.

Pessoas que morrem em conseqüência de doenças infecto-contagiosas não passam por este procedimento, essas são enterradas convencionalmente ou cremadas.

O papel do Cortador é fazer o escalpe e os cortes no corpo do falecido. Isso atrai os abutres que irão dilacerá-lo ferozmente. Enquanto faz os cortes, o Cortador recita mântras e o ritual pode ser assistido por amigos e familiares do morto. Após a dilaceração, o Cortador recolhe o que restou dos ossos e os tritura com farinha para serem entregues novamente aos abutres. Matéria em PDF

 

Cemitério indígena é destruído
Um tesouro de mais de 700 anos desaparece sob a erosão e o descaso. Um cemitério indígena, encontrado em 2001 no bairro Nova Cidade, em Manaus, está praticamente destruído. Na época, o sítio arqueológico foi descoberto em função de uma terraplanagem para a construção de um conjunto habitacional, na região Norte da Capital do Amazonas. Quando urnas funerárias apareceram nas primeiras escavações, a área foi interditada. Na época, cerca de 200 vasos foram mapeados e 13 deles exumados, segundo informações do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).Mas de nada adiantou. Segundo Sócrates Paiva, um morador da região inconformado
com a destruição do patrimônio histórico, o lugar “está totalmente abandonado, à mercê de vândalos”.-
Matéria em PDF

 

Mato cobre túmulos em União dos Palmares
O principal cemitério de União dos Palmares, o Campo Santo dos Palmares, é o retratodo descaso das autoridades locais. Como o Executivo não faz a manutenção e limpeza periódica do local, o mato tem se alastrado pelo cemitério e em vários locais já cobre os túmulos. Os palmarinos que tem familiares enterrados naquele cemitério público reclamam da dificuldade de acesso aos túmulos de seus entes queridos. “Nos dias em que venho visitar o túmulo do meu pai é muito ruim. Já não basta ter que lembrar da sua morte ainda preciso me embrenhar no mato para conseguir chegar até o local”, reclama a estudante Maria José Alves. - Matéria em PDF

 

Encerra dia 24 prazo para retirada de vasos de túmulos
Dentro de 23 dias a coordenação Municipal de Combate a Endemias deverá iniciar a
retirada de vasos e objetos dos túmulos, jazigos e capelas nos cemitérios Cristo Rei e da
Saudade. A medida, que faz parte do “Plano de Repressão e Combate aos Focos de
Criadouros do mosquito transmissor de Dengue no Município de Apucarana, cumpre as
determinações aprovadas na Lei 048/10 que autoriza o Executivo a adotar posturas nos
cemitérios da municipalidade eliminando todos os recipientes que possam acumular
água ou servir para acondicionar água e serem criadouros do mosquito “aedes aegypti”.
Matéria em PDF

 

Vândalos ameaçam cemitério histórico no Bairro Country
A comunidade de Linha João Alves e arredores lamenta a depredação do local que abriga túmulos do século XIX. O cemitério, localizado na Avenida Léo Kraether, fica em frente ao entroncamento com a Rua Benno João Kist e é alvo de depredações frequentemente. Os casos são registrados normalmente em finais de semanas, principalmente por causa de festas que são promovidas em uma boate próxima. Segundo moradores, jovens se concentram nas proximidades do local e aproveitam os muros baixos da necrópole para praticar atos de vandalismo. O resultado são esculturas derrubadas e lápides quebradas. Além disso, os responsáveis pelo cemitério afirmam que já localizaram ainda camisinhas usadas e peças íntimas que abandonam sobre os túmulos. - LINK

 

O bonito exemplo do Doutor Hamilton

A Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, no Cabo de Santo Agostinho, é uma das mais antigas do Brasil. Ela foi construída no século 16. Por trás deste tesouro histórico, fica um cemitério. Local de trabalho do coveiro Hamilton Correia da Silva, de 41 anos. Ele, que já perdeu as contas de quantas atividades exerceu ao longo da vida, hoje cuida com zelo das sepulturas. “Já trabalhei como desenhista publicitário, desenhei outdoor, trabalhei no comércio, fiz cartazes, fui vitrinista, fui operador de máquina. Hoje eu sou coveiro e não tenho vergonha de dizer que sou coveiro. Em todo o canto que chego, perguntam qual minha profissão e sempre digo que sou coveiro”, revela.
Até aí, Hamilton seria mais um como tantos trabalhadores que lutam para garantir o sustento da família. Mas um fato diferencia a história deste coveiro. É que o trabalho no cemitério está com os dias contados quando se formar em alguns anos no curso de
Direito. Hamilton está no quarto período, metade do curso.

E é no intervalo das atividades no cemitério que Hamilton aproveita o silêncio para se concentrar nos estudos. “É indispensável o silêncio, a paz e a tranquilidade. Caso contrário, não conseguiria aprender nada em relação a leis”, explica. Depois do expediente, começa a outra jornada: a de estudante universitário. O caminho é longo. Para chegar na faculdade, que fica no município vizinho, em Jaboatão dos Guararapes, Hamilton precisa pegar três ônibus. São duas horas de viagem. Matéria em PDF

 

Caixão vazio é encontrado em terreno ao lado da Arena Jaraguá
0Apesar de a poucos passos da Arena estar um cemitério, local bem mais apropriado para um caixão, o objeto foi posto do lado de fora, bem ao alcance dos olhos de um morador que não foi identificado, mas teve seu trajeto diário interrompido por uma surpresa nada agradável. A administração dos cemitérios municipais foi acionada para recolher o caixão, e segundo o responsável pelo órgão, Jair Anacleto, esse é um fato isolado.Anacleto conta que no final da tarde de terça-feira foi feita a exumação de um corpo no cemitério do bairro. O procedimento padrão nesses casos é incinerar o caixão na mesma hora. Ele acredita que o tempo chuvoso pode ter atrapalhado o trabalho dos coveiros. “Eu acho que foi deixado ali por um funcionário para ser corretamente descartado no dia seguinte” revela o administrador. LINK

 

Vila Formosa ganha novo prédio para velórios
O Cemitério da Vila Formosa, o maior da América Latina, vai ganhar um novo velório, em substituição ao antigo prédio, que será desativado para a construção de um reservatório para as águas das chuvas na Bacia do Aricanduva. A obra, que está sendo executada pela Secretaria de Infra-estrutura e Obras (Siurb), tem previsão de entrega para final do primeiro semestre deste ano. Com investimento de R$ 3,4 milhões, o prédio ocupa uma área de 2.250 m², será totalmente adaptado às normas de acessibilidade e abrigará, além de setores administrativos, 20 salas de velório, duas capelas ecumênicas, seis salas de estar, duas lanchonetes e oito banheiros _ quatro deles para uso de pessoas com deficiências. Matéria em PDF

 

O bebê fantasma do cemitério
Uma mulher de nome sra. Andrews visitava o túmulo de sua filha em um cemitério em Queensland, Austrália em 1946 ou 1947. A sua filha Joyce havia morrido cerca de um ano antes, em 1945, com a idade de 17 anos. Quando tirou a foto do túmulo de Joyce, a sra. Andrews não notou nada fora do normal no local. Mas, quando o filme foi revelado, ela ficou atônita ao ver a imagem de uma criança sentada alegremente no túmulo de sua filha. O fantasma da criança parece saber da presença da sra. Andrews, pois olhava diretamente para a câmera.Será possível uma dupla exposição? LINK

 

Rabecão Turbinado
Você amou carros a vida inteira. Nada mais natural, portanto, que aproveitar seu rolê final para mostrar aos amigos que a gasolina corria em suas veias: vá para a cova de V8. O Grupo Bom Pastor, de Limeira, no interior de São Paulo, pode realizar o seu último desejo: a funerária acaba de incorporar à sua frota o Funeral Car 300C, o primeiro rabecão tunado do Brasil. O FC 300C é uma perua Chrysler 300C transformada pela Procópio Limousines, de Cianorte, Paraná. Em sete meses e R$ 160 mil investidos, chegou-se ao impressionante resultado final. O FC ronca forte com os 340 cv originais do motor V8 Hemi de 5,7 litros. Comum em outros países (veja quadro), não há carros funerários como este no Brasil. "A carência de veículos que possam ser adaptados ao serviço funerário é grande", diz o pai da criatura, Nélson Pereira Neto .

"Já alongamos cinco Doblòs de uma vez e foi uma dor de cabeça só." Ele afirma que o Chrysler 300C é diferenciado e perfeito como base para um carro fúnebre de alta qualidade. Matéria em PDF

 

Família de Sergipe prepara velório, mas o morto ainda estava vivo
Um engano fez este sábado (15) começar com tristeza para a família de Raimundo Martins Nascimentos, 68 anos, que estava internado no Hospital de Urgência de Sergipe (HUSE). Logo no início do dia os familiares rceberam a informação de que o senhor havia morrido e foram providênciar os trâmites para o velório. Após comprarem caixão e contratarem uma funerária a família descobriu que haviam trocado o morto. Quando o sobrinho precisou fazer o reconhecimento do corpo no necrotério, a surpresa, o tio não havia morrido. De acordo com o sobrinho do paciente, Anderson Oliveira, mesmo após alertar o engano os funcionário continuaram isistindo. "A moça ainda mandou eu olhar melhor, só me liberaram quando o filho dele foi lá e confirmou que o corpo não era do pai", contou. - Matéria em PDF

 

Maceió poderá ganhar forno crematório, mas só daqui a 10 anos
A cidade de Maceió poderá ter um forno crematório dentro dos próximos 10 anos. A previsão a longo prazo, segundo especialistas da área, se dá pelo fato de o município ainda não suportar financeiramente esse tipo de negócio. De acordo com estudos feitos para verificar a viabilidade do investimento, mesmo com uma boa parcela da população aprovando a implantação de um crematório em Maceió, a idéia de cremar um parente não é bem aceita pela maioria. De acordo com Sérgio Craveiro, diretor do Campo Santo Parques das Flores, está sendo estudada a possibilidade da construção de um forno crematório no novo cemitério do grupo, a ser inaugurado no mês de maio no Conjunto João Sampaio II, no Complexo Benedito Bentes.

 

Edifício Andraus: consequência do descaso?
O Andraus foi inaugurado em 1962, com 32 andares e 115 metros de altura, era um dos poucos arranha-céus de São Paulo. Lara Aline - Equipe Cemiteriosp

Apesar de para nós hoje ser previsível um incêndio devido à falta de segurança e de, até mesmo, extintores, para as pessoas e autoridades da época não era. O prédio abrigava os escritórios da SIEMENS, PETROBRÁS, SHELL, CORRETORAS DE SEGUROS e da PIRANI. Mais de 200 pessoas trabalhavam no local, fora as que iam até o prédio, cerca de 150 a 200 diariamente.

No dia 24 de fevereiro de 1972 às 16:15 o Corpo de Bombeiros recebeu uma ligação informando que o prédio estava em chamas. O incêndio teve início na sobre-loja da Pirani e em poucos minutos se alastrou por 28 andares. Durou cerca de 7 horas e deixou 345 feridos e 9 mortos no local. Muitos faleceram no hospital devido a inalação de muita fumaça.
As pessoas tentaram descer as escadas, porém as chamas elevaram a temperatura a 700Cº impedindo a passagem. Começaram a subir até o topo. Algumas desmaiaram, outras se penduraram nas janelas e até se jogaram. A fumaça tomou conta dos corredores aumentando o pânico entre funcionários e visitantes.

 

Os fortes ventos daquela tarde, favoreceram a proliferação do fogo e da fumaça para os prédios vizinhos dificultando o resgate das vítimas pelos bombeiros, que tiveram que improvisar escadas para alcançar o telhado do prédio através de outros que estivessem do lado contrário ao vento.O incêndio foi transmitido ao vivo pela televisão brasileira e milhares de telespectadores acompanharam as terríveis cenas de suicídio e desespero dos que ali estavam. Ruas foram interditadas. As pessoas se aglomeravam em volta do prédio em busca de notícias de parentes ou conhecidos e outras por curiosidade. Matéria em PDF

 

Profissão: Coveiro
“As pessoas têm que ter medo dos vivos, e não dos mortos”

Trinta e dois anos depois, José Paulo se orgulha do seu trabalho e diz: “Aqui eu fico tranqüilo”

BRASIL - Era uma manhã de 1976, quando José Paulo dos Santos acordou animado. Não poderia se atrasar no primeiro dia de seu novo emprego. Levantou, arrumou-se, comeu um pão e tomou café preto, o seu preferido. Fechou as janelas do quartinho alugado e saiu apressadamente. Esta rotina poderia ser a de um trabalhador qualquer, mas ele não conseguia controlar o tremor de suas pernas. Tudo isto porque entraria pela primeira vez em um cemitério, para trabalhar na construção de obras. A infância no interior da Bahia fora bastante diferente daquela realidade. O terceiro de oito filhos, Zé Paulo largou os estudos aos 10 anos para seguir os passos do pai nas plantações das fazendas. Era o chamado “moço de boi”, pois guiava o animal e o carro de cana com uma vara. Nesta época, tinha a sensação de que muitas pessoas morriam, entre parentes, amigos e vizinhos, pois todos se conheciam. - LINK -

 

 

Coveiro diz ouvir assovios no crematório

Luis começou a trabalhar na área aos 12 anos. Levava marmitas para os três tios, coveiros do Caju. Aos 18, foi para o Instituto Médico-Legal, onde passou a lavar corpos. De vez em quando tinha medo, principalmente quando os mortos "se levantavam" das macas. O sentimento só passou quando Dr. Jamin, diretor-geral do IML na época, explicou que o fenômeno era normal, causado pela liberação dos gases acumulados nos corpos.Por querer se dedicar mais aos ossos e conhecer o ser humano por dentro, foi para o Caju, onde trabalha há tantos anos que já não sabe precisar. Enjoou, trocou de emprego: foi para uma funerária fazer remoções, preparação e ornamentação de cadáveres para sepultamentos. Há quatro anos decidiu voltar ao cemitério, onde ainda trabalha como "regra três" – de acordo com os colegas, uma espécie de zero à esquerda, que não recebe salário: apenas uma gorjeta, de R$ 10 a R$ 50, que as famílias podem dar ou não depois dos enterros. – Gosto de ver os ossos crescendo depois da morte. Gosto também de adivinhar, pela posição deles, como os mortos dormem: de lado, de frente... o que eu não gosto é quando eles estão

mumificados, cheios de formol. A pele fica ressecada – comenta Luis, um misto de coveiro-cientista e católico fervoroso que sonha ver os filhos, duas meninas e três meninos, trabalhando como peritos.O coveiro garante que já ouviu assovios no crematório e flagrou bolas de fogo saindo das bordas de sepulturas. Para ele, quem não acredita nas histórias não tem o poder de ver. – Mas não tenho medo da morte, porque ela é uma coisa muito linda – conclui, com um certo brilho nos olhos castanho-amarelados. - LINKS

 

Na Europa, os 10 cemitérios onde se gasta o seu Halloween

Na Inglaterra, o Cemitério Highgate, em Londres, cheio de túmulos góticos e esculturas e muitas celebridades entre os seus convidados.

O cemitério Père-Lachaise, em Paris também cheio com lápides de celebridades como Jim Morrison, Oscar Wilde e Edith Piaf.

O cemitério judeu de Praga, que remonta ao século XV e é espantoso ver como as pedras são empilhados por falta de espaço. O Cemitério Protestante, em Roma.

 

Cemitério de Génova Staglieno importante valor artístico de seus monumentos funerários.

Zentrafriedhof cemitério de Viena, o segundo maior cemitério da Europa e guardados os restos mortais de Beethoven, Strauss, Schubert e Brahms.

As catacumbas de Roma, a partir do segundo século e com a maior demonstração da tradição com Etruscan cemitério.

Cemitério Montjuic, em Barcelona, situado nas encostas de Montjuïc e numerosos monumentos funerários modernistas.

Cemitério Montparnasse em Paris criado a partir do solo várias explorações agrícolas em 1824 e, finalmente, na Alemanha, no cemitério Sudfiredhof Leipzig. - LINK

 

Arte tumular é tema de exposição na Galeria de Arte da UCPel

Um tipo de arte que cai no esquecimento coletivo - e ao mesmo tempo existe para representar a memória. A arte tumular, existente em cemitérios, pode parecer mórbida à primeira vista, mas revela obras que são pouco observadas. A estudante de Jornalismo Helena Santos Schwonke, 23 anos, registra as imagens de detalhes de esculturas, bustos e mausoléus que adornam o Cemitério São Francisco de Paula. As fotografias em preto-e-branco da acadêmica e seu olhar particular sobre as obras podem ser conferidos a partir do dia 03, na Galeria de Arte da Universidade Católica de Pelotas (UCPel).LINK

 

 

OBRA DE GALILEU EMENDABILI SIMBOLIZA A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA

A equipe cemiteriosp homenageia todas as famílias nesta importante data do calendário cristão que é o dia das mães, através da obra túmulo da família forte ou túmulo do pão, do escultor italo brasileiro Galileu Emendabili (08/05/1898 a 14/01/1974), exposta no cemitério são paulo, na capital paulista a obra e feita em bronze. pai e filho estão sentados à mesa sendo que há um banco vazio que representa o falecimento da esposa e mãe. mórbido? Lara Aline - Equipe Cemiteriosp - Matéria em PDF

 

 

Savannah - belos e "assombrados" cemitérios...
Savannah não tem o título de “cidade mais assombrada dos Estados Unidos” á toa. Depois do lançamento do livro (escrito por John Berendt) e do filme (dirigido por Clint Stewood) “Midnight in the garden of Good and evil – Meia noite no jardim do bem e do mal” (1997) - sobre um assassinato ocorrido ali, sua fama ficou ainda mais notória. Quase todos os estabelecimentos situados na área histórica da cidade têm
histórias de terror - para contar. Praça Wright, Pirate's House Restaurant, Mercer William House Museum, Sorrel Weed House, Kehoe House, 17 Hundred 90 Inn, The Marshall House, Clary's Café...
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Vândalos atacam cemitério muçulmano na França
Foto: Michel Spingler/AP

Local é onde foram enterrados soldados muçulmanos da Primeira Guerra Mundial.
Grupo pichou túmulos, jogou cabeças de porcos e xingou ministra francesa.

148 túmulos de soldados muçulmanos da Primeira Guerra Mundial foram pichados em Ablain-Saint-Nazaire, na França. Vândalos picharam slogans contra o Islã e também a suástica em alguns deles. e ainda jogaram cabeças de porcos pelo cemitério. A ministra da Justiça francês, Rachida Dati, também foi xingada – ela tem origem norte-africana - LINK

 

Cemitério Modernizado
O cemitério de Cambeses vai passar a estar encerrado durante a noite, com um sistema automático de encerramento. A entrada da parte antiga vai passar a estar permanentemente encerrada, sendo o acesso realizado só pela parte nova. Vai também ser instalado um sistema de som para tornar audível em todo o espaço qualquer cerimónia ali realizada. Estas alterações foram propostas pela Junta de Freguesia e aprovadas em Assembleia de Freguesia, pelo PSD. O horário e mais informações podem ser consultadas na página de internet da Junta de Freguesia - LINK

 

O Livro do Cemitério de Neil Gaiman
“Meu próximo livro (The Graveyard Book) é sobre um garotinho cuja família é assassinada, ele acaba se refugiando em um cemitério e passa a ser criado por pessoas mortas. E passa a saber o que sabe uma pessoa morta. Então, olho para isso e penso: vou escrever um livro que várias crianças vão ler e passarão, em algum nível, a acreditar que existem pessoas que vivem em cemitérios. O que significa que uma das coisas que devo aos leitores é a responsabilidade de ser honesto com eles. No Graveyard Book as únicas pessoas perigosas são as vivas. As únicas coisas com que precisa se preocupar estão vivas. Pessoas mortas não podem nos machucar. . Matéria em PDF

 

Prefeitura adquire área para ampliar cemitério
Da Assessoria – Fotos: Antonio Pitondo
Terreno de 17.272,40 mil m² irá suprir por aproximadamente 20 anos a demanda. Infraestrutura do local já começou. A prefeita de Santa Terezinha de Itaipu, Ana Carlessi, entregou na tarde de terça-feira (26), para os irmãos José Valcione Bonotto e Deusdedite Vienice de Góis o cheque do governo municipal no valor de R$ 200 mil referente à aquisição de área que será destinada a ampliação do cemitério. A desapropriação do terreno deu-se por meio de decreto municipal nº. 274/2009 datado de 28 de julho. O pagamento acompanhado pelos secretários, Gustavo Montemezzo (Administração);LINK

 

Chuva intensa atinge cemitério de Saquarema
"A intensa noite de chuva em Saquarema atingiu o cemitério da cidade. Era uma tragédia já anunciada, pois o lugar fica em uma encosta e nunca vi nenhuma autoridade interessada em fazer alguma obra de contenção neste local. Por sorte, apenas parte das gavetas caiu. A chuva e o vento ainda não cessaram, creio que não há feridos, pois aquela é uma área inabitada próxima ao mar", conta o leitor Renato Alves Fidelis. - LINK

 

Cemitério Municipal de Irajá
Criadoem 22 de outubro 1895,o cemitério fica no bairro de Irajá no estado do Rio de Janeiro.Situa-se precisamente atrás da Igreja de Nossa Senhora da Apresentação, a segunda mais antiga do estado, doadora do terreno de 3.000 metros quadrados de área para o cemitério e que destaca-se pelo seu estilo barroco primitivo, localiza-se na Praça Nossa Senhora da Apresentação. O primeiro enterro verificado no cemitério da municipalidade foi do menino Pedro Quintino de treze anos de idade, recebendo a sua sepultura o número sete... Matéria em PDF

 

Sepulturas Célebres
No Google Earth achamos uma pequena lista com endereços de túmulos de celebridades por todo o mundo. Um clique e pode-se visitar cada cemitério sem sair de casa, algumas localizações com fotos!
Entre eles encontram-se os brasileiros, Cazuza, Renato Russo, Elis Regina e Airton Senna. Eis o link e “boa viagem”... Matéria em PDF

 

Entrevista: Eduardo Rezende - Cemiteriólogo
Eduardo Coelho Morgado Rezende é professor de geografia, idealizador e fundador da ABEC (Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais) e representante do Brasil na Rede Iberoamericana de Cementerios Patrimoniales. Organizou o Primeiro Congresso do Brasil sobre Cemitérios na USP em 2004 e é o idealizador do Site e da Editora Necrópolis, voltada para a publicação de livros sobre assuntos cemiteriais alem de outros títulos. Link

 

Vamos passear...no cemitério?

Em primeiro lugar, vamos diferenciar.
Necroturismo – visita a lugares assombrados (com direito a aparelhos especiais para constatar qualquer tipo de atividade paranormal) pode incluir cemitérios.

Turismo Cemiterial – visita a cemitérios visando seu teor cultural, histórico e artístico (pode incluir aspectos lendários, afinal ,todos gostamos de histórias sobrenaturais). Todavia, nada impede que Necroturismo e Turismo Cemiterial se fundam, confundam ou tornem-se sinônimos de grupos de pessoas que atraídas por lendas, celebridades, obras de arte ou simples curiosidade se reúnam e visitem os campos santos mais antigos ou modernos para fotografar, conhecer e... passear. Na Europa, visitar cemitérios como atração turística é bem comum.

A França oferece visitas guiadas ao cemitérios mais importantes do país, dentre eles o mais visitado é o “Père-Lachaise”, com cerca de 2 milhões de visitantes anuais, onde encontram-se sepultados muitas celebridades-leia matéria aqui no site - link Em Portugal o cemitério do Alto São João, um dos maiores de Lisboa e dos mais antigos do mundo, tem a data de sua inauguração em 1840. Em Londres o cemitério Highgate de 1839, também conhecido como St. James é bastante visitado, um dos lugares mais conhecidos é a sepultura de Karl Marx, onde estão sepultados ele, sua esposa e amante. O cemitério de Golders Green Crematorium também em Londres, guarda os restos mortais do psicanallista Sigmund Freud, e disponibilizapasseios cobrando o valor de 2 libras a entrada. Na América do Sul, o país com maior número de visitação a cemitérios, é a Argentina. O cemitério da Recoleta, em Buenos Aires, atrai milhares de pessoas pelo grande número de esculturas e obras de arte. Neste cemitério estão sepultadas várias celebridades argentinas, sendo possível acompanhar a evolução histórica do país. O túmulo mais famoso e visitado é de Eva Duarte Perón, conhecida como Evita Perón, esposa do ex-presidente da Argentina Juan Domingo Perón, que está sepultado no cemitério de La Chacarita também em Buenos Aires. Faz parte da cultura do país a visita comum aos cemitérios, inclusive pelos estudantes. A importância do turismo cemiterial Em função dos cemitérios que viraram atrativos, algumas localidades acabam se desenvolvendo turisticamente com esse segmento, por sua importância histórica local. Há, por isso, a necessidade da prestação de serviços turísticos: o deslocamento, a hospedagem, a alimentação, entre outros, assim a localidade se desenvolve.Matéria em PDF

 

Cemitério Municipal da Quarta Parada
O Cemitério da Quarta Parada ou Cemitério do Brás foi fundado em 6 de janeiro de 1893, está localizado no Distrito do Belém, entre os distritos do Tatuapé, Água Rasa e Móoca, em São Paulo. Sua área compreende aproximadamente 183 mil metros quadrados e tem cerca de 400 mil pessoas sepultadas, entre elas personalidades como o apresentador Jacinto Figueira Junior conhecido como o Homem do Sapato Branco, o músico Arnaldo Rosa do grupo Demônios da Garoa, o jornalista Hélio Ribeiro, o ex-presidente do Sport Club Corinthians Vicente Matheus e Felisbina Muller

considerada uma santa popular por lhe ser atribuídos milagres. Este cemitério é um dos mais visitados na cidade. Em 2007 recebeu 70 mil pessoas no dia de finados e em 2008 esse número subiu p/ 100 mil pessoas. O nome Quarta Parada deriva da linha férrea (hoje desativada)Matéria em PDF

 

"Enterrar para cima!"
Essa curiosa frase de Stanislaw Ponte Preta¹ dá título à nossa matéria sobre Cemitérios Verticais. Em primeiro lugar é necessário esclarecer que nessa categoria de cemitério, os mortos não são enterrados em pé e sim na tradicional posição horizontal em jazigos elevados de concreto armado chamados lóculos. Fácil também deduzir porque surgiram: falta de espaço. Com o crescimento urbano, os cemitérios existentes não podem se expandir e têm sua capacidade esgotada. Matéria em PDF

 

CEMITÉRIO EM SAQUAREMA É O ÚNICO NO BRASIL - PROJETADO SOBRE O MAR.
A freguesia de N. S. de Nazareth de Saquarema teve origem em uma pequena capela, onde hoje está edificada a Igreja Matriz, pelo senhor Manoel de Aguillar Moreira e sua esposa D. Catharina de Lemos, em 1662. Em 1675 essa capela foi substituída por um templo de maiores proporções construído em pedra e cal. Arruinada pelo tempo, os habitantes da parte setentrional de Saquarema requereram ao Bispo Dom José Caetano da Silva Coutinho, por ocasião de sua visita à Saquarema em 1820, permissão para erigir nova
Matriz não mais no local onde se achava, isto é, na eminência sobranceira do mar, mas em outro mais central que oferecesse comodidade aos moradores, já que a primitiva localização era em um promontório de mais difícil acesso. Atendendo àquela pretensão mandou o bispo por provisão eclesiástica de 12 de maio de 1820 erguer a nova Matriz no lugar então denominado Boqueirão do Engenho, nas terras para tal doada pelo Ten. Luis José de Almeida. A idéia, porém, de remover a sede da Igreja Matriz achou viva oposição popular vencendo partido daqueles que desejavam mantê-la no local original de 1662. Matéria em PDF

 

CRIME DO POÇO - O ENIGMA DO EDIFICIO JOELMA
Ano de 1948, o Brasil acabava de sair da Primeira Era Vargas e estava nas mãos do 16º Presidente e Militar Eurico Gaspar Dutra. No campo econômico estava sendo criado o CEDPEN – Centro de Estudos e Defesa do Petróleo e da Economia Nacional que passou a dirigir a campanha do petróleo no país. Neste ano foi inaugurado o TBC - Teatro Brasileiro de Comédia. No campo musical, Dircinha Batista era a Rainha do Rádio. Vivíamos a terceira Era Modernista, no período Neo-Simbolista. As atenções estavam voltadas para o mundo, que enfrentava a Guerra Fria e acabava de se recuperar da Segunda Guerra Mundial. Nenhum dos espectadores brasileiros esperava testemunhar o crime Matéria em PDF

 

Terra fica escassa, e mortos abrem espaço para os vivos em Cingapura
Cemitérios estão sendo substituídos por crematórios verticais. Objetivo é abrir espaço para a crescente população do país. "Dedo!", disse o homem com uma pá, olhando de dentro de um profundo e lamacento buraco e exibindo algo que parecia um pequeno galho quebrado. Ele o colocou cuidadosamente em uma banheira de plástico vermelho na borda do buraco, e desapareceu novamente na escuridão – um túmulo que havia ultrapassado sua data de validade legal. "Mandíbula!", disse ele em seguida, retirando uma lama cinzenta de um fragmento negro e curvado, e colocando-o ao lado do dedo na banheira de plástico quebrada.Pedaço por pedaço, fêmur por costela por
crânio rachado, Alex Wong Shun Feng, de 58 anos, coveiro profissional, aprofundava-se ainda mais no buraco, arrancando fragmentos de ossos da lama com seus dedos, até que a pequena banheira de plástico ficou cheia. Ao seu redor, no cemitério Choa Chu Kang e em outros cemitérios deste minúsculo estado, coveiros como Wong se ocupam desfazendo seu próprio trabalho à medida que Cingapura evacua os mortos – para criar espaço aos que ainda não nasceram. Os restos mortais são enviados para a cremação e colocados em depositórios de múltiplos andares, chamados de "columbarium", que se parecem bastante com os blocos de apartamentos do governo onde muitos deles haviam morado antes do fim de seus interlúdios. - LINK - Matéria em PDF

 

 

Noivos se casam em cemitério inglês
Noivos se casam em cemitério inglês
Um casal de noivos britânicos decidiu dar uma nova interpretação ao famoso "até que a morte os separe". Samantha Smyth, de 25 anos, e Paul Adams, de 33, casaram-se em um cemitério na cidade de Wisbech (Inglaterra). A cerimônia gótica foi conduzida por um líder espiritualista diante de 40 convidados (vivos). "É um tipo estranho de lugar, mas é realmente muito bonito, e todos curtiram a cerimônia", disse Paul. Ao invés do tradicional arroz jogado nos recém-casados, foram lançadas pétalas de flores negras. Samantha, de família católica, e Paul, de origem protestante, moram a poucos metros do cemitério, onde costumam levar os seus cães para passear. O casal ganhou autorização especial de autoridades para se casar onde os mortos repousam. - LINK - Matéria em PDF

 

Sepulturas do Cemitério do Gavião estão ameaçadas de desapropriação
Segundo a diretora-geral do cemitério, Maria Helena Damous Estrela, 30% das 16.270 sepulturas cadastradas estão em péssimo estado de conservação, condição que pode levar à desapropriação dos túmulos, sem que haja aviso prévio aos seus respectivos donos, mediante cláusula de contrato.“Infelizmente, as pessoas ainda confundem o pagamento da taxa de manutenção do cemitério com a responsabilidade particular de zelo com o jazigo. É importante deixar claro que as taxas são para que a direção providencie itens como a capina, a varrição, e o atendimento, por exemplo. Se o cliente detém uma sepultura de mármore, ele precisa cuidar do seu mármore. Se a pessoa é dona de um túmulo coberto apenas com cimento, é sua obrigação, ao menos, revesti-lo de azulejos, ou outro material que proteja o sepulcro”, alertou a diretora-geral do Gavião. Atualmente, existem mais de 4.800 jazigos abandonados no Cemitério do Gavião. Grande parte deles, conforme a direção, nem estão com as taxas de manutenção em atraso, no entanto, estão entregues ao esquecimento. Pela cláusula
contratual, segundo a administradora, sepulturas com mais de cinco anos de inadimplência, já podem ser desapropriadas. Ao longo das últimas três semanas, três túmulos já passaram por esse processo. Em nenhum deles, conforme a diretora-geral do Gavião, por enquanto, foram encontrados restos mortais. “A situação é tão crítica que, na maioria das vezes, só existem entulhos”, avisou Maria Helena Estrela. A diretora-geral do cemitério esclareceu que, no caso de ossos serem encontrados nas tumbas consideradas “abandonadas”, estes serão devidamente remanejados para o ossário do Cemitério do Turu. O cemitério, considerado um dos mais movimentados da cidade, e também conhecido por guardar histórias marcantes da população ludovicense, possui 16 seções, onde estão distribuídas tumbas pertencentes às mais variadas classes sociais. Entre os que, enquanto vida, eram desempregados, empresários bem-sucedidos ou grandes personalidades políticas, está o túmulo que guarda a memória do poeta, escritor, ex-prefeito da capital e criador da bandeira do estado do Maranhão, Joaquim de Sousa Andrade, mais conhecido por “Sousândrade”. - LINK - Matéria em PDF

 

Vasos desaparecidos
Nessa busca por uma foto dos vasos desaparecidos, enfim encontramos uma foto que mostra os vasos, porem a busca dos mesmos continuam. Foi encaminhado um e-mail para o parente mais próximo (Paulo Goya) para a notificação do mesmo, como eu deixei claro que a matéria só sairia com algum resultado mesmo estamos a procura do responsável pelo roubo dos vasos, não iremos descansar enquanto não foram tomados providencias. Equipe Cemiteriosp

 

 

RIO – Cemitérios e sepultamentos
O primeiro cemitério do Rio de Janeiro existiu na Vila Velha, entre o morro Cara-de-Cão e o Pão de Açúcar, numa várzea onde foram enterrados os corpos de Estácio de Sá e de muitos de seus companheiros. Quando o povoado se transferiu para o morro de São Januário (depois do Castelo), novo cemitério se formou no adro e no interior da Igreja de São Sebastião, antiga Sé da cidade, para cuja capela-mor foram trasladados, em 1583, os restos mortais daquele “Primeiro Capitão e Conquistador desta Terra e Cidade”. Em seguida, passou a Irmandade da Misericórdia a dar
sepultura aos mortos. O cemitério ficava junto ao hospital da Santa Casa. Depois veio o costume de sepultar no chão, em torno das igrejas. Outras irmandades deram de guardas em suas igrejas e capelas os corpos de seus falecidos. Com o crescimento da população, tentou-se proibir esse costume. Somente em 1850, por ocasião da mortífera epidemia de febre amarela, os sepultamentos nas igrejas foram terminantemente proibidos. A foto mostra o cemitério do Catumbi, da Venerável Ordem Terceira dos Mínimos de São Francisco, em 1875. Ao fundo, vê-se o morro do Corcovado. O primeiro enterro nesse cemitério foi realizado no dia 20 de maio de 1850. - LINK

 

 

A "MODERNIZAÇÃO" DA MORTE
A Câmara Municipal de Lisboa resolveu fazer um leilão de jazigos do cemitério do Alto de S. João e do cemitério dos Prazeres e ainda de terrenos já "loteados" para novos jazigos no do Alto de S. João. A Câmara chama aos cemitérios, muito apropriadamente, "urbanizações funerárias". Perto de 50 pessoas foram ao leilão e o metro quadrado chegou aos 8.375 euros (num caso especialíssimo) e não desceu abaixo de 2.500, mesmo na categoria inferior de "ossários-columbários". Nada mau, se considerarmos que o valor médio do metro quadrado em habitação para vivos, na Área Metropolitana de Lisboa, é de 1500. Para seu gozo neste
tempo de austeridade, a Câmara encaixou mais de meio milhão, apesar de não ter vendido tudo. Este amor pelos fiéis defuntos não deixa de ser estranho em 2006. O jazigo é, por excelência, um monumento da sociedade burguesa. O estilo varia, como é sabido: neo-gótico, neo-clássico, neo-romântico, "Raul Lino" e por aí fora. Mas nunca varia a intenção: a de homenagear e perpetuar um homem venerável (ou mais raramente uma mulher) e uma família. - LINK

 

Cemitério Muncipal de Jaú - patrimônio cultural ameaçado
Por detrás da aparência triste dos cemitérios, principalmente os mais antigos, escondem-se verdadeiras galerias de arte ao céu aberto. Em países como a França e Argentina alguns cemitérios são pontos turísticos que atraem viajantes do mundo inteiro, como por exemplo, os Cemitérios de Père Lachaise (Paris) e da Recoleta (Buenos Aires). Recentemente a cidade de São Paulo criou a possibilidade de visitas monitoradas para o Cemitério da Consolação. Na arquitetura tumular representam-se os hábitos das famílias que tratam de suas capelas e túmulos como se
fossem prolongamentos de suas próprias casas, levando para os jazigos os mesmos arranjos decorativos que o seu nível cultural e social lhes permite refletir. O ideal de vida da elite brasileira neste contexto histórico era a imitação dos hábitos europeus da arquitetura, moda, festas, convenções e também dos sepultamentos e ornamento dos túmulos. Acreditava-se que esse pensamento conferia à sociedade jauense o ar cosmopolita, moderno e intelectual esmeradamente almejado. Os cemitérios, também possuem uma simbologia toda própria que é de conformidade com o contexto histórico da época. - LINK - 06-01-2010

 

Faltaram obras de drenagem no cemitério
A queda de parte do muro do Cemitério Municipal de Joinville colocou em evidência a necessidade de novas obras de drenagem nos cemitérios, segundo a Fundação Municipal de Meio Ambiente (Fundema). Em novembro de 2008, o muro do cemitério do lado da rua Ottokar Doerffel (veja no quadro da página ao lado) foi um dos pontos afetados. Desta vez, um trecho de dez metros da estrutura que separava o cemitério da capela mortuária Borba Gato caiu. O nível da água chegou a um metro e o muro não suportou a pressão. Na queda, foram arremessadas pedras até o outro lado da rua Borba Gato. Basta dar a volta na quadra para perceber outros pontos de risco, com rachaduras e partes do muro inclinadas sobre a calçada. Segundo o gerente da Fundema Gilberto Pires Gayer, todos os problemas já foram identificados. O trecho que caiu na noite de terça-feira não estava na lista dos pontos diagnosticados. “Era uma área central, que nunca apresentou problema”, disse. - LINK

 

A Cripta sob o Altar
Tumulo do Tibiriçá
A Equipe Cemiteriosp visita a cripta sob o altar-mor da Catedral da Sé. Foram quatro tentativas: Na primeira, ela estava fechada devido a consagração dos seminaristas que dali em diante tornariam-se padres. Na segunda, um domingo, ela já fechara e só voltaria a abrir bem depois do horário em que podíamos esperar. Na terceira, a guia estava de folga na terça-feira. E finalmente, na quarta vez, após pagarmos cinco reais, adentramos a cripta situada abaixo do altar-mor, construída no mesmo estilo neo-gótico da Catedral da Sé. Ao adentrarmos, o cheiro de pedra é pungente. O ambiente está na penumbra e só quando a guia acende as luzes é que se revela de maneira sublime a beleza desse lugar onde estão construídas trinta câmaras mortuárias, onde além dos arcebispos, estão enterradas três personalidades históricas: o regente e padre Feijó, o cacique Tibiriçá, primeiro cidadão de Piratininga e o padre Bartolomeu Gusmão, patrono da aviação brasileira. A visita monitorada revela muitas curiosidades, como a mesa tumular muito antiga,
datada de mais de noventa anos e ainda usada para velar os corpos dos honoráveis a serem sepultos lá. Brasões e símbolos religiosos decoram os frisos de quase todos os arcebispos ali sepultados, simbolizando principalmente o laço eterno entre homem e Deus. Anos atrás, a cripta era aberta ao público. Hoje muitos criticam a cobrança de ingresso para sua visitação. O que muita gente não sabe é que a cobrança da entrada e horário limitado de visitação, passaram a ser estipulados após atos de vandalismo. Uma de suas belas obras de arte, um grande anjo em mármore, foi pichado e algumas letras de bronze de uma das câmaras foram roubadas. Ainda hoje se vê as provas de tamanha barbaridade. Diante disso, optou-se por limitar o acesso a cripta sob o altar-mor da Catedral da Sé. Para mais informações: Obs: as visitas monitoradas não ocorrem ás terças e no último domingo de cada mês – nesses dias a cripta fica fechada para visitação. - Matéria em PDF

 

Acesc revitaliza cemitérios do interior

A Acesc iniciou a revitalização dos cemitérios do interior de Cascavel. Dos 29 cemitérios, três já receberam as obras: o do Distrito de Alto Bom Retiro, de Rio do Salto e o da Colônia São Francisco. Estão sendo feitos trabalhos como limpeza, pintura interna e externa dos muros, plantio de grama, espalhamento de pedrisco, levantamento sobre os túmulos, mapeamento do cemitério e delimitação de quadras e lotes com identificação. Em alguns casos, serão construídos muros e ossuários para acomodação de restos mortais, seguindo as exigências ambientais. Os trabalhos de ampliação dos cemitérios estão previstos para o próximo ano. Nesse projeto, a Acesc conta com a participação da comunidade. A população entra com parte da mão de obra e a autarquia com outra parte da mão de obra e com o material. O intuito da revitalização é regularizar e organizar os cemitérios do interior, possibilitando que seja mantida a origem das pessoas falecidas da comunidade. - LINK

 

Cemitério de Union
O cemitério de Union, em Easton, Connecticut, não é somente o cemitério mais assombrado de Connecticut, é considerado por muitos como o cemitério mais assombrado dos Estados Unidos. O fantasma mais famoso de lá é a Dama de Branco. Inúmeras fotografias foram tiradas dela, e ela até foi filmada. Ela tem um cabelo comprido e escuro e usa um boné e um vestido de noite. Ela freqüentemente aparece na rodovia junto à rota 59, e às vezes rota 111, onde ela é comumente “atropelada” pelos veículos que passam. Em uma ocasião em 1993, um bombeiro estava dirigindo pela rua quando atingiu a “dama” – ele ouviu um baque e um amassado ficou em seu veículo. Quando a mulher apareceu na frente de seu carro ele também viu um fazendeiro com um chapéu de palha sentado atrás dele no carro. cemitério é trancado à noite e freqüentemente é patrulhado pela polícia. A imagem ao ladoé uma das muitas que se pode encontrar na internet. - LINK

 

A "MODERNIZAÇÃO" DA MORTE
A Câmara Municipal de Lisboa resolveu fazer um leilão de jazigos do cemitério do Alto de S. João e do cemitério dos Prazeres e ainda de terrenos já "loteados" para novos jazigos no do Alto de S. João. A Câmara chama aos cemitérios, muito apropriadamente, "urbanizações funerárias". Perto de 50 pessoas foram ao leilão e o metro quadrado chegou aos 8.375 euros (num caso especialíssimo) e não desceu abaixo de 2.500, mesmo na categoria inferior de "ossários-columbários". Nada mau, se considerarmos que o valor médio do metro quadrado em habitação para vivos, na Área Metropolitana de Lisboa, é de 1500. Para seu gozo neste
tempo de austeridade, a Câmara encaixou mais de meio milhão, apesar de não ter vendido tudo. Este amor pelos fiéis defuntos não deixa de ser estranho em 2006. O jazigo é, por excelência, um monumento da sociedade burguesa. O estilo varia, como é sabido: neo-gótico, neo-clássico, neo-romântico, "Raul Lino" e por aí fora. Mas nunca varia a intenção: a de homenagear e perpetuar um homem venerável (ou mais raramente uma mulher) e uma família. - LINK

 

Turismo em Cemitérios - Necroturismo
Um segmento do turismo que está crescendo, por mais estranho que pareça, é o Turismo em Cemitérios, o Necroturismo, para apreciar obras de arte, como por exemplo: esculturas de Bernardelli no Cemitério São João Batista no Rio de Janeiro. E infelizmente não contamos com profissionais especializados na área. Mas está aí a dica! - LINK

 

 

A Bela que faz milagres
Ao entrar no Cemitério São Pedro, em Londrina, basta perguntar a qualquer funcionário onde fica o túmulo da Bela Adormecida que todos saberão responder. É um dos mais visitados. Lá também foram enterrados os pais de Leci. David Garcia faleceu em 1993 e Dona Rosa em setembro do ano passado. Placas de agradecimento e velas se acumulam no local, não importando a limpeza constante. As pessoas acreditam que Leci atende aos pedidos feitos a ela. Fabricia Martinez, filha de Branca, conta que já viu uma pessoa passando a mão na foto de Leci e depois passando nos olhos. Do túmulo brotava água que diziam ser milagrosa. O pai de Leci nunca permitiu qualquer estudo e não incentivava tais crenças. “Eu sou católica. Já pedi graças a ela e fui atendida. Mas eu tenho muita fé. Papai não cultivou isso”, diz Branca. “Eu tenho minhas crenças, faço minhas orações, mas nunca pedi nada para ela”, comenta Mauro Garcia. “Eu pedi uma vez”, reforça a irmã, “fui ao cemitério e pedi. Não era nada extraordinário, mas fui atendida. E sempre rezo para ela”. - LINK - Matéria em PDF

 

 

Marido dorme por cinco anos ao lado de mulher morta

Vietnamita cobriu o cadáver com um molde de barro e o colocou dentro de casa - Quando a noite chega, o vietnamita Le Van se ajeita na cama ao lado de sua mulher. O que difere esta família das outras é que a companheira do homem de 55 anos está morta. Há cinco anos, o ritual se repete. Van alega que sentia muita falta de abraçar a mulher na cama. Quando sua esposa morreu em 2003, Van decidiu dormir sobre o túmulo. No entanto, preocupado com o frio e a chuva, o vietnamita construiu um túnel e passou a dormir ao lado do caixão. Os sete filhos do casal ficaram preocupados e proibiram o pai de passar as noites no cemitério. Van então passou um composto de barro no corpo da mulher morta, vestiu o cadáver e o trouxe para sua cama. O viúvo conta que seus vizinhos pararam de visitá-lo. Sou uma pessoa que faz tudo diferente. Sei que não sou normal. LINK

 

 

Cemitério São Francisco de Assis é arborizado
Esta é a terceira vez que vandalizam e roubam o jazigo de uma família no cemitério de Ferreiros, em Braga - O cemitério de Ferreiros, em Braga, foi novamente assaltado no passado fim-de-semana. Desta vez, os ladrões roubaram um livro de uma campa que tem sido, aliás, alvo de alguns actos de vandalismo e roubos. O jazigo de uma família residente na freguesia já terá sido vandalizado anteriormente, pelo menos duas vezes. Na primeira ocasião danificaram a sepultura e numa outra partiram a fotografia que estava no livro.
Os lesados apresentaram já duas queixas na PSP de Braga, porque acreditam que são actos de vandalismo dirigidos. Segundo fonte policial, têm havido vários roubos de objectos nos cemitérios da cidade. - LINK

 

 

Tour pelos cemitérios e casas mal-assombradas de Nova Orleans
Esse tipo de passeio, por lugares tenebrosos e assustadores, é muito popular em Nova Orleans e na cidade existem muitas agências de turismo que organizam tours por velhos cemitérios e casas mal-assombradas. Talvez esses passeios sejam muito assustadores para crianças pequenas, mas as mais velhas adoram a chance de explorar as ruas e construções escuras e sombrias e os cemitérios enquanto ouvem as fascinantes histórias de Nova Orleans. Os tours pelos cemitérios normalmente passam pelo cemitério de St. Louis #1, o mais antigo da cidade, aberto em 1789.
Orleans. Os tours pelos cemitérios normalmente passam pelo cemitério de St. Louis #1, o mais antigo da cidade, aberto em 1789. Acredita-se que a rainha do vudu Marie Laveau está enterrada lá. Muitos tours também passam pelas criptas, tumbas e lápides históricas do cemitério Lafayette , retratado em muitas das estórias de vampiros de Ann Rice. O cemitério é um dos cenários do filme Entrevista com o Vampiro, baseado no grande sucesso de vendas de Rice. Durante os passeios fantasmagóricos pelas ruas do French Quarter, você conhecerá as arrepiantes estórias dos fantasmas e espíritos que habitam suas casas e lojas. Você ouvirá as assustadoras narrativas dos duelos, assassinatos e intrigas, e as estórias sobre foças sobrenaturais, e verá prédios assombrados pelas figuras lendárias como o Ghost of the Quadroon Mistress (o fantasma da amante mestiça). - LINK - em 21/11/2009

 

 

Túmulo saqueado
Semana passada foi notado o furto de dois vasos do túmulo de Maria Olenewa no cemitério da Consolação em São Paulo. Ninguém soube informar o paradeiro dos vasos, mesmo o cemitério contando com vigilância da guarda civil metropolitana e sepultadores que prestam serviços no local. O roubo foi comunicado por Paulo Goya – sobrinho neto de Maria Olenewa – que contatou o administrador do site cemitériosp – Kleber Silva – por e-mail e solicitou em nosso arquivo de imagens, fotos do túmulo. Nas palavras do Kleber: “Estive em contato com o Paulo por telefone, ele muito surpreso e triste pelo

ocorrido, contou que o túmulo já havia sido reformado anteriormente. Ele informou que irá repor os vasos. A Equipe Cemiteriosp está em busca de fotos mais próximas ao túmulo – o transtorno está que no cemitério da Consolação para tirar fotografias tem que ter permissão da acessoria de imprensa e após, agendar a visita fotográfica com a administração. O Paulo disse que irá enviar algumas fotos do local na sua primeira construção – o túmulo é muito visitado por fãs de Maria Olenewa e para saber um pouco mais das histórias contadas pelo guias e sepultadores locais, estamos disponibilizando nosso e-mail kleber@cemioteriosp.com.br e telefone: 8446-0171. Quem puder encaminhar fotos mais próximas do lugar, elas poderão ajudar na recuperação ou reposição dos vasos.” Agradecemos desde já, a todos os visitantes e admiradores da arte cemiterial. Equipe Cemitériosp - 28/11/2009 - as 23:46

 

Transtornos: Seinfra procura solução para cemitérios
Seinfra busca solução para cemitérios - Não é segredo para ninguém que os cemitérios localizados no município de Imbituba estão com suas capacidades esgotadas, o que deixa os moradores preocupados. A cada óbito surge a incerteza quanto ao sepultamento dos seus entes queridos. O problema é antigo e precisa ser enfrentado definitivamente. Por isso nossa equipe técnica (que conta, entre outros, com o Eng. Moacir Freitas da Rosa, que participou, no ano de 2005, do curso sobre construção de cemitérios), realizou pesquisas e estudos sobre as alternativas para dar início à solução deste grave problema", afirma o secretário de Infraestrutura, Jaison Cardoso de Souza.De acordo com os técnicos, a ampliação do cemitério municipal do bairro Mirim é a solução mais viável, pois sua localização é estratégica devido à posição geográfica, centralizada em relação ao território municipal, com infraestrutura básica implantada, como abastecimento de água, energia elétrica, telefonia, iluminação pública,
transporte coletivo, etc. Foi constatado um imóvel próximo ao Cemitério Municipal, praticamente desocupado, sem vegetação, reforçando a solução indicada pelos técnicos. O imóvel, adjacente ao Cemitério Municipal, está em fase de negociação com os proprietários, em busca de uma possível desapropriação. Com a aquisição, a Seinfra dará início aos estudos para viabilizar a nova Necrópole Municipal, afastando em definitivo o risco de colapso do sistema funerário, que é iminente. A Seinfra também busca regular as atividades relativas ao serviço funerário e de cemitérios. Para isso, os técnicos já levantaram todas as normas que tratam do assunto e estão preparando uma proposta para regular as atividades funerárias no município. O trabalho é complexo, pois envolve várias áreas de atuação, como a Vigilância Sanitária, os impactos ambientais e cobrança de taxas. Um funcionário do Departamento de Serviços Públicos foi destacado para fazer o inventário dos cemitérios. O serviço consiste em reunir documentação, registrar através de foto e cadastrar todas as sepulturas, o que facilitará os estudos. - LINK

 

Pilhagem em cemitérios mostra que, na Venezuela, nem na morte se consegue paz

CARACAS – Árvores de Boungainvillea fazem sombra sobre os caminhos do Cementerio General del Sur, onde os mausoléus de chefes de Estado e celebridades ficam ao lado de túmulos de aristocratas e centenas de cidadãos comuns. Esculturas de leões se elevam das sepulturas. A elegância, não a anarquia, era o que antes definia esse lugar de descanso. Mas não é mais. Agora, os túmulos que antes estavam sob as regras militares foram saqueados. Os caixões, foram arrombados com um pé-de-cabra, estão espalhados sobre as árvores de Samanea. As caixas com grades e cadeados ao redor das covas de algumas famílias, como se os protegessem de uma realidade perturbadora: nem mesmo a cidade dos mortos de Caracas está segura. Acompanhando o aumento dos assassinatos e sequestros na Venezuela, seus cemitérios são uma onda de um novo tipo de crime. Os assaltantes de tumbas buscam por ossos humanos, respondendo à demanda de alguns praticantes de uma religião cubana chamada Palo, que está crescendo rapidamente e usa os ossos em suas cerimônias.
Os críticos defendem que essa perturbação nos cemitérios reflete um colapso em uma sociedade na qual a impunidade é generalizada. O crime violento e a corrupção policial no país são penetrantes mesmo com o pedido do presidente Hugo Chávez para a criação de um “novo homem” como parte de sua revolução inspirada no socialismo. “O cemitério se tornou um emblema icônico de nossa tragédia nacional”, disse Fernando Coronil, renomado antropologista venezuelano. “Em nossa luta diária para manter a ordem civil contra as múltiplas transgressões contra a propriedade e a regularidade, agora nem mesmo os mortos podem descansar em paz”. Em nenhum lugar o tráfico de ossos é mais assustador do que no Cementerio del Sur, como é conhecida a necrópole fundada em 1876 pelo déspota francófilo Antonio Guzman Blanco. Para alguns, a grandeza de seus túmulos evoca o cemitério Pere Lachaise em Paris. - LINK - Matéria em PDF

 

 

O que significa a sigla R.I.P., usada em caixões e cemitérios estrangeiros?
O “R.I.P.” presente em cemitérios de alguns países de língua inglesa são as iniciais da frase “Rest In Peace”, que significa descanse em paz”. Em inglês, a palavra rip também pode ser um substantivo – denotando fenda ou corredeira de água. Empregada como verbo, rip significa rasgar, cortar ou serrar.

 

Necroturismo: os cemitérios mais famosos do mundo, segundo a Forbes
Père Lachaise - Paris, França

Dentre os muitos motivos para se fazer turismo, um que chama a atenção é a que leva as pessoas a procurar cemitérios. Seja porque neles estão pessoas famosas, seja pela arquitetura ou por um aspecto histórico particular, há alguns que atraem milhares de viajantes a cada ano. A revista Forbes divulgou uma matéria com os cemitérios mais famosos do mundo. Confira. - FOTOS

1.Cemitério Nacional de Arlington - Arlington, EUA
2
.La Recoleta - Buenos Aires, Argentina
3
.Trinity Churchyard - Nova York, EUA
4
.Cemitério Boot Hill - Tombstone, Arizona, EUA
5
.Hollywood Forever - Hollywood, EUA
6
.Mt. Auburn - Cambridge, EUA
7
.Père Lachaise - Paris, França
8
.Cemitério Old Jewish - Praga, República Tcheca
9
.San Michele - Veneza, Itália
10
.St. Louis - Nova Orleans, EUA
11
. Cemiterio da Consolação - Brasil

 

Cemitério São Francisco de Assis é arborizado
O Cemitério São Francisco acaba de receber o plantio de 200 mudas de ipês e seringueiras. O serviço foi realizado, em ritmo de mutirão, pela equipe da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Ariquemes. O objetivo da administração municipal é de deixar o cemitério ainda mais organizado e agradável aos visitantes. O Cemitério São Francisco de Assis possui uma grande área, por isso, requer cuidado e atenção especial. A próxima etapa será o plantio de gramas.De acordo com a administração, o trabalho só foi possível graças ao apoio do pioneiro Alcir Araújo, conhecido como Cici da Farmácia ou da Loja Cici Colchões, que doou as mudas usadas para revitalização do Cemitério. - LINK - Fonte: Departamento de Comunicação - PMA
Póvoa de Varzim: Detido ladrão do cemitério

A Polícia Judiciária anunciou esta sexta-feira a detenção de um de dois indivíduos suspeitos de terem praticado um roubo a 28 de Novembro de 2008, no interior de um cemitério na Póvoa de Varzim, e outro a 25 de Junho de 2009 num estabelecimento de restauração na Trofa. No primeiro roubo, os suspeitos assaltaram um homem de 66 anos, apoderando-se de jóias com o valor de 345 euros. No segundo assalto, os alegados criminosos roubaram 60 euros a um homem de 76 anos, dono de um estabelecimento. - LINK

 

“Coveiro não casa com qualquer uma...”
Com essa frase bem humorada em mente, começamos a escrever sobre a visita da Equipe Cemitériosp no dia 05/12/09-sábado, ao maior campo santo da América Latina : o Cemitério da Vila Formosa. Dividido em duas alas, Vila Formosa I e II que somadas formam uma área de 780 mil m² onde ocorrem, em média, mais de 200 enterros por mês. Não fossem as cruzes e teria-se a sensação de caminhar em um parque, devido ao grande número de frondosas árvores que cresceram (e crescem) ali. E não exatamente árvores típicas de cemitérios como ciprestes, por exemplo. Há flamboiants, amoreiras, ipês e até bosques de eucaliptos, além de outras espécies. Outro acontecimento bom foi reencontrar o sr.Ademar – funcionário há vinte e dois anos do Vila Formosa que participou do primeiro encontro de assuntos cemiteriais, realizado em junho desse ano, confira o vídeo em : LINK - E poder conversar com o também funcionário Paulo Magalhães – o “Pastor”. Pastor trabalha há quinze anos no Vila Formosa e contou para a Equipe Cemiteriosp como sua profissão – sepultador (mais conhecida como “coveiro”) causa estranheza para a maioria das
pessoas. Certa vez quando foi abrir crédito em uma loja, ouviu da vendedora: “Eu jamais casaria com um coveiro”. A resposta dele? “Coveiro não casa com qualquer uma!” Assista o vídeo e “converta-se” a simpatia do Pastor: LINK - O cemitério da Vila Formosa atende principalmente pessoas das classes humildes de diferentes regiões da zona leste da cidade de São Paulo. É simples, mas tem em seus funcionários, arvoredo, quietude e dimensão, seus encantos. Equipe Cemiteriosp - Fontes - Wikipédia - São Paulo Metrópole - Prefeitura - Panoramio - 05/12/2009

 

Cadáver de ex-Presidente cipriota Papadopoulos roubado do cemitério
Segundo a agência cipriota CNA, a profanação do caixão e o roubo dos restos mortais foram descobertos às primeiras horas da manhã por um dos guardas que têm por missão acender diariamente uma vela na sepultura do antigo presidente. A polícia e a família de Tassos Papadopoulos deslocaram-se imediatamente ao local, segundo a CNA, que precisou que o chefe da polícia, Michalis Papageorgiu, foi encarregado de dirigir o inquérito. A família escusou-se a quaisquer comentários. "Não posso imaginar que tipo de pessoa pode cometer um crime tão horrível", comentou à televisão o líder do partido Akel (comunista), no poder, Andros Kyprianu. O partido do antigo presidente, Diko (centro-direita), qualificou o roubo do cadáver como um "crime odioso". Segundo a agência cipriota, a família decidiu manter a missa prevista para sábado na igreja de Deftera (sudoeste de Nicósia). Nascido em Janeiro de 1934 em Nicósia, Tassos Papadopoulos morreu a 12 de Dezembro de 2008 vítima de cancro do pulmão. Nove meses antes, tinha sido derrotado nas presidenciais pelo comunista Demetris Christofias.
Contra último processo de reunificação da ilha - Durante o seu mandato de cinco anos, Papadopoulos foi um defensor intransigente da causa cipriota-grega no âmbito das tentativas de resolução da divisão da ilha. Em 2004, Papadopoulos apareceu na televisão estatal em lágrimas para apelar aos seus compatriotas que rejeitassem o plano de reunificação proposto pelo então secretário-geral da ONU Kofi Annan. Dias depois, os cipriotas-gregos, contrariamente ao que tinham decidido os cipriotas-turcos, rejeitaram o plano Annan em referendo, prolongando a divisão da ilha, vigente desde que em 1974 o exército turco invadiu a parte norte de Chipre em resposta a um golpe de Estado dos ultra-nacionalistas cipriotas-gregos defensores da anexação da ilha à Grécia. - LINK

 

 

Histórico Cemitério da Candelária (completamente abandonado).

O Cemitério da Candelária está localizado perto da linha férrea, no trajeto em direção à antiga e extinta Vila de Santo Antonio. Tem aos fundos o Conjunto Residencial Cujubim e fica próximo do clube dos sub-tenentes e sargentos do 5º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército. No outro extremo fica próximo das residências do Bairro do Triângulo, também na beira da ferrovia. Eles foram sepultados entre 1.907, quando o cemitério foi aberto, anexo ao Complexo Hospitalar da Candelária, criado para tratar de funcionários da ferrovia, e 1.912, quando ela foi inaugurada. Era reservado só para os operários estrangeiros que morriam nas obras na grande ferrovia da floresta. Quando a construção da estrada acabou, e a maioria dos estrangeiros voltou para suas terras de origem, os que morreram foram abandonados pelos compatriotas sobreviventes. Os 1.593 sepultamentos são confirmados por estatísticas necrológicas dos médicos do Complexo Hospitalar da Candelária. Não há registro de que algum deles tenha sido exumado para lugar algum. Heróis de uma das maiores obras da humanidade, nunca foram repatriados após a morte em terra estranha. Seus nomes foram esquecidos. Seus túmulos começaram a ser violados após a desativação do

cemitério em 1920. As lápides foram destruídas ou roubadas. As tumbas desapareceram - As que não foram violadas foram engolidas pela floresta que ressurgiu no local. Árvores gigantes se ergueram sobre os túmulos, penetrando-os com grossas raízes, envolvendo, triturando e misturando os ossos com a terra. Uma ou outra tumba é hoje encontrada.. Uma delas, posterior a 1912, já do tempo em que brasileiros também eram enterrados no Candelária, é de Carlos Augusto Serzedelo, nascido em julho de 1876 e falecido em agosto de 1917. Os túmulos que sobraram estão escondidas pela floresta que tomou conta do cemitério abandonado. "Das 1.593 cruzes que com certeza existiam, as recuperadas ou que ainda são visíveis não chegam a 50." constatou o arquiteto Luís.Leite, presidente da Associação dos Amigos da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, que visita freqüentemente o local. Em 2005, Leite soube que haviam sido roubadas 11 cruzes do Candelária. Permaneceram desaparecidas durante um mës, até que a Polícia as entregou à Associação dos Amigos da Estrada de Ferro, sem dizer quem as tinha roubado. - LINK

 

Caarapó: Cemitério São João volta a ser alvo de marginais - Matéria em PDF
Osvaldo mostra tumulo de sua filha depredado - Foto: Cristovão Camacho
O cemitério municipal São João em Caarapó vem sendo alvo de vândalos constantemente. É o que relatou o senhor Osvaldo Caires dos Anjos (65), morador próximo ao local, à reportagem do CaarapoNews. Osvaldo, que teve uma filha recentemente sepultada no cemitério, disse já ter perdido as contas de quantas vezes teve que arrumar o túmulo, devido a ação dos marginais: “Eles entram aqui, quebram cruzes, cabeceiras e chegam até a defecar sobre as sepulturas”, disse o morador, indignado. A reportagem do CaarapoNews, que esteve no local, registrou inúmeros túmulos depredados e também parte do muro - aproximadamente 2 metros - dos fundos do cemitério, que foi destruído para forçar a passagem. “Esse muro foi derrubado há semanas e por ali entram vacas que pisam sobre os túmulos e também defecam”, disse o senhor Osvaldo. Ele também reclama da iluminação precária no período noturno e da falta de guardas no local: “Após as 17h não fica ninguém no cemitério, ai os vândalos fazem a festa”. O coveiro Getúlio Coutinho confirmou à nossa reportagem que após o seu expediente e dos demais funcionários não fica
ninguém no cemitério. Ele disse que na maioria das vezes os vândalos adentram ao cemitério para fazerem uso de drogas e acabam depredando o local. “As famílias nos cobram, fazemos o que está ao nosso alcance, mas não é o suficiente”, relatou o coveiro. O setor da Prefeitura Municipal responsável pelo cemitério, na pessoa do Secretário de Administração e Finanças, Carlos Martins, disse que realmente o cemitério não possui um guarda e concordou com o senhor Osvaldo: "Infelizmente a questão da depredação no cemitério é difícil de conter, diversas vezes chamamos a polícia ao vermos ou sermos procurados devido a pessoas que se encontravam no cemitério depredando os túmulos e consumindo drogas, mas ao chegar, a polícia não encontrava mais ninguém. - LINK

 

Urna à porta de cemitério em Vila Real
Brincadeira de mau gosto ou “actos de bruxaria” como causa
Uma descoberta, no mínimo, macabra aquela com que se depararam alguns dos transeuntes que passaram ontem, dia 16, junto ao cemitério de Santa Iria, bem no centro da cidade de Vila Real. Uma urna fechada, à porta do cemitério, gerou alguns arrepios juntos dos mais supersticiosos. Perto das 23h, os primeiros populares que por ali passavam deparam-se com a insólita descoberta. Alguns dos deles, movidos pela curiosidade, apressaram-se a abrir o caixão e confirmar o que estaria no seu interior. Depois de aberto, o caixão deixou a nu que nada tinha no seu interior, além de vestígios de penas. A Polícia de Segurança Pública foi chamada ao local e, obrigada a improvisar, decidiu acordar o coveiro que reside no cemitério, para que este ajudasse na solução do caso. A resolução foi simples. Abertos os portões do cemitério arrumou-se a urna e dispersou-se a população. Ainda sem justificação para o insólito achado,
para alguns dos moradores daquela zona, apenas “brincadeira de mau gosto” ou “actos de bruxaria” podem justificar tal facto. - LINK

 

 

O que precisa ser restaurado
Em 25/11/09 quarta-feira, a Equipe Cemitériosp voltou a Mogi das Cruzes para encontrar o amigo Antonio Felix - e junto com ele conversar com administradores do hospital Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti, sobre a restauração do cemitério desativado Nossa Senhora do Carmo. Os administradores monstraram-se animados com a completa restauração e manutenção do cemitério de Colônia (confira aqui a matéria) o que ainda não sabem é a quem pedir autorização para iniciar os trabalhos ou por onde começar ou ainda, quem é o responsável pela restauração e manutenção do cemitério desativado: o hospital ou a prefeitura. Embora haja boa vontade, ainda tropeça-se na

falta de informação... Enquanto isso, o cemitério vai sendo cuidado, tendo como supervisor dos trabalhos de manutenção Antonio Felix, servidor no hospital há 20 anos. Atualmente ele trabalha no setor de serviço social. Bem recebida, a Equipe teve a oportunidade de ver e fotografar o antigo livro de registros do hospital, datado de 1942 e conferir o mapa do cemitério desativado Nossa Senhora do Carmo. - Equipe Cemitériosp

 

 

Locutor Lombardi será velado na Câmara Municipal de Santo André

O corpo do locutor Luiz Lombardi Neto será velado na Câmara Municipal de Santo André, a partir das 18h, de acordo com informações de familiares. Na quinta-feira, às 10h da manhã, o corpo será levado ao Cemitério Cristo Redentor (chamado também de Cemitério da Vila Pires), onde será enterrado. Lombardi morreu nesta quarta-feira (2). Locutor oficial do apresentador e empresário Silvio Santos, ele tinha 69 anos. Segundo o irmão do locutor, Reinaldo Lombardi, ele foi encontrado às 8h desta quarta por sua mulher, Eni, morto na cama de sua residência.O apresentador Celso Portiolli foi um dos primeiros a chegar. No começo da noite, o ator Ivo Holanda, conhecido por suas participações em pegadinhas nos programas de Silvio Santos, também foi prestar solidariedade à família. Eram aguardados ainda a apresentadora Sônia Abrão e o diretor do SBT Leon Abravanel, que representaria a empresa no velório. A presença de Silvio Santos e de sua filha Daniela Beyruti, diretora geral do SBT, não foi confirmada.

Inicialmente marcado para as 16h, o velório começou há pouco mais de meia hora, de acordo com a assessoria de imprensa da Câmara de Santo André. Os motivos do atraso seriam a preparação do corpo e o trânsito, que impediu o mesmo de chegar ao local mais cedo. Pelos cálculos da assessoria, mais de 500 pessoas já passaram pelo local, entre artistas, autoridades, políticos de Santo André e fãs que queriam se despedir do locutor. O corpo do locutor sairá amanhã da Câmara Municipal de Santo André, e seguirá, às 9h30, para o cemitério Cristo Redentor (Vila Pires), em Santo André, onde Lombardi será enterrado. - LINK - Em 2/11/2009

 

Da religião da paz
Tivesse tal acto de vandalismo ocorrido num cemitério judeu e certamente muitas vestes se rasgariam por esse mundo afora. Mas como o cemitério é católico, então nem uma única palavra dita pelos arautos da liberdade e do humanismo. Quanto muito dir-nos-ão que tal não passa de um mal-entendido e que não existe qualquer suspeita de intolerância, discriminação, racismo ou xenofobia. Até porque esses "pecados" apenas servem para atirar aos fascistas, salazaristas, nazis e extremistas. Além do mais, até está na moda falar mal da Igreja Católica! – esse monstro castrador das amplas liberdades.
Posto isto, aguarda-se que os responsáveis da Santa Sé pelo diálogo inter-religioso marquem a data da próxima conferência, cuja missão será discutir o ecumenismo – essa nova fé – e a sua importância no entendimento entre civilizações. - LINK - em 21/11/2009

 

Café no Cemitério
Um cemitério diferente. Foi fundado em 1789, próximo ao St. Lois, bairro de origem francesa Cada um dos 100 mil mortos que ali foram sepultados adquiriram uma pequena casa, onde foram colocados os corpos. O cemitério fica a 8 quadras do rio Mississippi, no lado norte da Bacia. O cemitério ficou famoso quando apareceu no filme Easy Rider, do diretor Dennis Hopeer, em 1969. Desde então, tornou-se um dos mais emblemáticos dos EUA. - LINK

 

Padre Falso
Falso padre preso em São Paulo por cobrar para rezar pelos mortos

O "monsenhor" Marcos Rodrigues Fontana, de 48 anos, foi condenado por estelionato pela Justiça por enganar fiéis no Cemitério do Araçá, um dos mais antigos da capital paulista, na Zona Oeste de São Paulo, onde se passava por padre da Igreja Católica Apostólica Romana para celebrar velórios. Fontana cobrava entre R$ 50 e R$ 200 pela celebração do rito das exéquias (oração de despedida, com corpo presente) no Araçá. Ao longo de um ano, mais de 40 pessoas reclamaram à Arquidiocese de São Paulo, se sentindo enganadas pelo "monsenhor". O falso padre foi condenado a três anos de reclusão pelo juiz Waldir Calciolari, da 25ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, pena substituída por prestação de serviços, com multa de R$ 2.325, destinada a entidades sociais. Na sentença, o juiz assinala que, ao abordar fiéis se passando por "católico", ele "induz as vítimas a erro, fazendo acreditar ser padre da Igreja Católica Apostólica Romana, condição que não ostenta". . - LINK

 

Defunto roqueiro pode ter caixão de guitarra
E os não-roqueiros podem descansar em paz dentro de tumbas na forma de sacola, lata de lixo, sarcófago, carros... Uma funerária inglesa é especializada em caixões personalizados

Não é barato. Um caixão personalizado, desenhado e construído pela Crazy Coffins, uma funerária britânica, pode sair até por 6 mil libras (R$ 17.130).Modelos mais baratos custam 2 mil libras (R$ 5710,00). Há caixões na forma de sacolas, de latas de energéticos, guitarras, carros, sarcófagos, tubarão, lata de lixo. Basta entrar no site www.crazycoffins.co.uk e encomendar o seu, informando medidas. E descansar em paz, esperando pela hora fatal. Pelo menos será um enterro único, originalíssimo. - LINK

 

 

Cerca de 10.000 Famílias Vivem em Um Cemitério de Manila, nas Filipinas - Matéria em PDF

Para a maioria das pessoas, passar a noite em um cemitério é algo que variaria entre o improvável e o impossível, mas para cerca de 10.000 famílias que habitam os 54 hectares do Cemitério Norte de Manila, dormir no cemitério é apenas parte do dia a dia. A reportagem é da revista online Vice Magazine, e eu traduzo aqui.Algumas destas famílias herdaram mausoléus de seus antepassados e decidiram viver neles, outros chegaram a Manila em ondas de migração vinda da zona rural do país, e sem dinheiro nem parentes foram parar, ainda vivos, no cemitério. - LINK

 

 

Os Animados Cemitérios Medievais
BIBLIOTECA MUNICIPAL DE POITIERS -  Entre os túmulos, jovens formavam alegres e ruidosas rodas de dança/Farândola, ilustração de manuscrito, autor desconhecido
Os cemitérios da Idade Média nada tinham de tenebroso. De dia ou de noite, era neles que a população das maiores cidades européias buscava se divertir, quando não fixar residência provisória ou definitiva. Além disso, as necrópoles eram também um espaço de cidadania, pois lá sempre estavam juízes a comunicar sentenças, e o equivalente aos prefeitos de hoje a dar publicidade a suas ações. Esses locais funcionavam ainda como cartórios a céu aberto. Não que as condições ajudassem, pois já havia acúmulo de corpos e problemas de higiene e limpeza. Mas, de fato, os cemitérios atraíam. Eram um componente da urbanidade de então, construída através dos séculos e com origens bastante remotas. Na Antigüidade romana, os mortos eram enterrados fora da cidade, na beira de estradas ou em vastos espaços subterrâneos, as catacumbas. Com a cristianização da sociedade, surgiu a tendência a aglomerar os defuntos nas proximidades dos lugares sagrados, como tumbas de santos e igrejas, na expectativa do Juízo Final e da ressurreição dos corpos.- LINK - Matéria em PDF - Ver mais

 

 

"COLÔNIA - UMA NOVA VISITA"

Dia 24/10 - sábado - a Equipe Cemitériosp teve a alegria de novamente visitar o bonito Cemitério de Colônia e rever amigos, nas pessoas do administrador Andre e da escriturária Denise. Acompanhando a equipe dois amigos muito queridos: Gislaine e Felix - ambos apreciadores de campos santos como nós. Dessa vez, além do Cemitério de Colônia, destacou a figura exótica de Antonio Felix que abrilhantou ainda mais nossa visita, com seu bom humor, histórias e conhecimento. Nosso amigo, desvendou o mistério de um dos túmulos do Colônia: o de João da Silva em cujo epitáfio lê-se: "saudades de seu protector". Ele explicou que naquela época, protetor era o modo que comumente se chamava o pai ou alguém que representasse a figura paterna ou responsável pela "guarda" de alguém. Confira no vídeo - Videos no YouTube - Tivemos momentos de muita comoção com a entrega dos presentes que levamos para o Andre e a Denise.
O Cemitério de Colônia nesse dia recebeu outros visitantes: o diretor da ACEMPRO, sr. Franz Shmidt e o sr. Marco Marsulo do SEBRAE. Aos poucos, esse belo campo santo vai sendo conhecido e reconhecido.
O Andre contou uma novidade muito bacana: a inauguração de uma biblioteca, vizinha ao cemitério, para incentivar a leitura em crianças, jovens e adultos.

Quer doar um livro e não sabe como? Escreva para a gente - ghiane@cemiteriosp.com.br ou kleber@cemiteriosp.com.br ou ainda ligue para a Denise ou o André no escritório: 5921-9808 - Novamente, recomendamos a todos que conheçam o Cemitério de Colônia e damos parabéns ao Andre e toda sua equipe pelo excelente trabalho! - Equipe Cemitériosp

 

Cemitério do Rosário FOTOS
Inaugurado em 1883, o primeiro sepultamento foi de uma mulher chamada Maria do Rosário - daí o nome do cemitério que até cerca de 1980 tinha como nome oficial "Cemiterio Municipal". A partir desse ano é nomeado "Cemitério do Rosário".Localizado no centro da cidade de Embu e supervisionado pelo sr.Valdeci que também cuida da organização do Cemitério dos Jesuítas, o Cemitério do Rosário é pequeno, mas como todo campo santo, não deixa de ter suas curiosidades e mortos célebres.

Devido a forte migração japonesa na região do Embu, há muitos túmulos e jazigos de famílias orientais lá. Há a "capela de vidro", o "anjo em terracota" e um túmulo cujo oratório guarda louças e pequenos bibelôs.O menino santo do lugar - - cuja sepultura e forrada de brinquedos - deixados ali, pela realização de graças pedidas a ele. E há ainda pessoas simpáticas como o colaborador geral, sr.José Ilton que faz de tudo um pouco no campo santo do Rosário e ama o que faz. Sua esposa está enterrada ali e ele se refere a ela com todo o amor expresso na placa que identifica sua sepultura. - Equipe Cemitériosp -

 

 

Save Our Cemitérios - LINK
Restaurações - Save Our Cemitérios realiza restauração do cemitério de trabalho a cada ano, como parte de sua missão. Subvenções, doações, passeios e fundraisers apoiar estes projectos. Os projetos incluem restauração de túmulos abandonados, paisagismo e melhorias de capital. Cemitérios de trabalho que temos realizado recentemente incluem St. Louis Não. Eu, St. Louis No. II, Lafayette Não. Eu e Valence Street Cemitério. Nós também fornecemos os proprietários e operadores túmulo do cemitério com informações descrevendo técnicas de restauração adequada adequado para túmulos históricos. Save Our Restauração realiza Cemitérios do Cemitério de trabalho a cada ano, como parte de sua missão. Subvenções, doações, fundraisers e passeios APOIAR estes projectos. Projectos Incluem restauração de túmulos abandonados, paisagismo e Melhoramentos de capital. Cemitérios onde temos conduzido recentemente trabalho Incluem Não St. Louis. Eu, St. Louis, n º II, Lafayette Não. Eu e Valence Street Cemitério. Nós também fornecemos os Proprietários e Operadores túmulo do Cemitério Descrevendo com informações técnicas de restauração Adequada Adequado para túmulos históricos.

O objetivo deste programa é ajudar a manter os cemitérios limpos e visitável através de voluntários de limpeza eventos. SOC incentiva a participação da comunidade de voluntários individuais, igreja, escola, grupos empresariais e cívicas. Limpezas podem ser concebidas como iniciativas de três horas ou três dias que a meta certas necessidades em um cemitério dado. doou o material e equipamentos SOC ajudar a maximizar o impacto desses eventos

 

Cemitério interditado em Lafaiete - Ouro Preto

Conselheiro Lafaiete começa mais uma semana convivendo com a delicada situação da interdição de um de seus maiores cemitérios. O Cemitério Municipal Parque Vale do Ipê, localizado no bairro Santa Efigênia, está proibido de realizar sepultamentos até cumprir um acordo firmado com o Ministério Público. O acordo prevê, entre outras exigências, que o cemitério comprove que não está contaminando os lençóis freáticos, principalmente um poço artesiano localizado em área contígua ao cemitério. Até que o município cumpra integralmente o acordo firmado com o Ministério Público, estão proibidos os sepultamentos. Mesmo assim a imprensa local denúncia que sepultamentos ocorreram no local após a interdição ocorrida no dia 20 de agosto. O Promotor de Justiça Glauco Peregrino, Curador da Promotoria do Meio-Ambiente da Comarca de Lafaiete, disse acreditar que o problema é de fácil solução e que caso realmente tenham ocorridos eventuais sepultamentos nos últimos dias, eles foram feitos de forma ilegal e a promotoria vai apurar a informação. Falando sobre o assunto, o prefeito atribuiu o

problema á administrações anteriores. José Milton de Carvalho Rocha informou que estará fazendo um esforço financeiro para superar as dificuldades, já que não havia previsão orçamentária para esta obra, para resolver a questão do cemitério. Sobre os sepultamentos que estariam acontecendo mesmo após a proibição, o prefeito disse não ter conhecimento do fato. Há uma previsão de que esta semana a Copasa inicie os trabalhos necessários para o adequado esgotamento sanitário das residências próximas ao cemitério. O Secretário Municipal de Obras e Meio Ambiente Francisco Martins estipula que o problema estará solucionado até fim do mês. - LINK

 

Monumento Novo na Santa Casa

Quem visita o Cemitério da Santa Casa se impressiona com um túmulo que leva uma estátua de paraquedista. Aproximando-se dele e lendo suas inscrições nota-se que as pessoas não tem data de falecimento. Esse é o túmulo em estilo monumental mais atual do local. Para saber mais sobre a história assista a entevista com o dono dele: - LINK

 

 

Família come sem querer cinzas de parente morto em setembro
O jantar de Ação de Graças, em outubro, transcorria com tristeza numa casa em Hamilton, em Ontario, no Canadá – afinal, a mãe dos seis filhos e filhas sentados à mesa, Jean Kasper, de 47 anos, tinha morrido de câncer em setembro.Ao servir o prato principal, peru assado com purê de batatas, a filha mais velha, Lisa, que usava um medalhão que guardava as cinzas da mãe, não notou que o objeto vazara e o pó caíra sobre a comida. Ninguém na mesa percebeu. Quando um dos irmãos estava comendo o purê, notou uma pequena mancha preta no creme. Lisa, assustada, observou também que sua camisa branca também estava manchada. O susto foi enorme e o jantar foi interrompido às lagrimas. A família, lesada, ligou para a funerária que vendeu o medalhão para Lisa. Os irmãos dela também tinham medalhões com cinzas da mãe. Cada joia foi vendida por US$ 140 (R$ 240).
O noivo de Lisa, Tim Cress, declarou ao jornal The Spectator, de Hamilton, que os medalhões foram devolvidos à loja, com a promessa de ser analisados para não ocorrer mais vazamentos. - Eles garantiram que nos devolveram as joias com as pequenas urnas o mais rápido possível. A família ainda está de luto, disse o noivo, que se casará com Lisa no começo do próximo verão. - Matéria em PDF - R7 - http://www.r7.com

 

Historia de Amor
 
Tumulo do Ultimo Adeus

 

 

Para Imortalizar o Amor – Fabulosa Piaf - Matéria em PDF - Videos no YouTube
Em 10 de outubro de 1963 a música ouviu calar uma de suas mais belas vozes. Morria Edith Giovanna Gassion, “la Môme” – o pequeno pardal - mais conhecida como Edith Piaf. Sua história, marcada por muita tristeza e sofrimento é conhecida por muitos. Aquela mulher miúdinha – 1.42 m - de aparência frágil, tornava-se um verdadeiro gigante ao cantar. Tão gigante que sua poderosa e suave voz tornou-se conhecida no mundo inteiro. E cantou e viveu e morreu um grande amor.
Na noite da morte do pugilista Marcel Cerdan, Edith em apresentação no Versailles – elegante casa de espetáculos de Manhattan nos EUA - cantou como nunca. Em meio a ovação estrondosa ergueu as mãos e fez as palmas pararem.

“Essa noite, não canto para vocês – declarou – canto para Michel Cerdan”.

A partir daí ela passaria a cantar o amor com uma nota de dor em cada uma de suas canções. Canções belíssimas, como "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960). A quoi ça cert l’amour (1962) Edith morreu aos 47 anos de idade. Uma mulher que para suportar a dor física, viciou-se em morfina. Um ser que para suportar a dor do espírito cantou e escreveu como poucos.Seus restos mortais jazem no cemitério do Pére-Lachaise, junto aos do pai e da única filha há quarenta e seis anos.Dizem que as mais belas artes vêm das pessoas que levam alguma tristeza, mágoa ou sofrimento no coração. São as artes que mais tocam nosso ser. O melhor também vem de pessoas de atitude. Atitudes que desafiam o lugar-comum. Atitudes de seres especiais. Seres como Edith Piaf.

 

 

 

Cemitério Abandonado de 1850
Tem sim, pessoas da guerra do contestado! mas tem tbem colonizadores da região. Como antigamente o cemitério mais próximo ficava a mais de 100km , a população começou a enterrar seus mortos por ali mesmo... bem interessante o cemiterio, essa foto não mostra nada... Tem um ar bem sombrio, de antigo e abandonado, pois esta abandonado mesmo. Um lugar bem " interessante" - LINK

A Guerra do Contestado foi um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual e federal brasileiro travado entre outubro de 1912 a agosto de 1916, numa região rica em erva-mate e madeira disputada pelos estados brasileiros do Paraná e de Santa Catarina. Originada nos problemas sociais, decorrentes principalmente da falta de regularização da posse de terras, e da insatisfação da população hipossuficiente, numa região em que a presença do poder público era pífia, o embate foi agravado ainda pelo fanatismo religioso, expresso pelo messianismo e pela crença, por parte dos caboclos revoltados, de que se tratava de uma guerra santa. - Wikipedia

 

 

 

Cemiterio Fantasma Abandonado em Natal

Cemitério abandonado de Natal, visto que não tem administração o meso seus túmulos entre os matos nao tem cuidados nenhum. Prefeitura responsável foi comunicada pelo fato do abandono pelo nosso site - esperamos resposta do mesmo.

 

Cerca de 4 milhões visitam cemitérios do Rio e SP no feriado

O feriado de Finados deste ano levou cerca de 2 milhões de pessoas aos 22 cemitérios municipais da cidade de São Paulo e ao crematório Dr. Jayme Augusto Lopes, na Vila Alpina. O mesmo número de pessoas passou pelos cemitérios do Rio de Janeiro.

Apesar do grande movimento nos cemitérios de São Paulo, nenhuma ocorrência foi registrada. O tempo aberto durante todo o fim de semana fez com que muitas pessoas antecipassem a visita aos cemitérios durante o sábado e domingo, evitando aglomerações hoje, segundo a prefeitura. Os cemitérios mais visitados da cidade foram o da Vila Formosa, que recebeu cerca de 350 mil visitantes; o do Araçá, com cerca de 100 mil visitantes; o Quarta Parada, com cerca de 60 mil pessoas; e o Cachoeirinha, que também recebeu aproximadamente 60 mil visitantes nos três dias. O pico de visitação aos cemitérios ocorreu na manhã desta segunda-feira, das 7h às 11h.

Os túmulos da menina Isabella Nardoni e da adolescente Eloá Pimentel receberam visitação de um grande número de pessoas. Isabella está enterrada no cemitério Parque dos Pinheiros, bairro do Jaçanã, na zona norte de São Paulo. Já Eloá foi sepultada no cemitério Jardim Santo André, Vila Humaitá, região do Grande ABC paulista. - LINK - -

 

 

Cemitérios têm Horário de Funcionamento Ampliado

Em razão do Horário de Verão, o funcionamento dos cemitérios de São José do Rio Preto, da Ressurreição, na Vila Ercília, e São João Batista, no Jardim Aeroporto, foi ampliado em uma hora. O público poderá fazer a visitação das 6h30 às 19 horas. Já o do Distrito de Engenheiro Schmitt estará aberto das 7 às 18 horas e o de Talhado das 7 às 17 horas. De acordo com o coordenador dos cemitérios, Olívio de Souza Lima, a expectativa é receber, entre domingo e segunda-feira (1º e 2/11), de 35 mil a 40 mil pessoas. “Por causa do fim-de-semana prolongado, muitas pessoas aproveitam para viajar, por isso, acreditamos que o número de visitantes seja menor que em anos anteriores”, explica. Os cemitérios receberam cuidados especiais para receber o público. Foram feitas podas de árvores, pintura de guias, reforma de praças, além de limpeza das ruas e sarjetas internas. Devido ao grande consumo de água dentro dos cemitérios, um caminhão pipa já foi solicitado ao Semae para ficar à disposição em caso de eventuais emergências. Missas -No Dia de Finados serão realizadas missas em diversos horários. - No Templo Ecumênico do São João Batista, a celebração será às 10 horas e na Capela às 17 horas. - Já na Capela do cemitério da Ercília haverá missas às 7 horas, às 8h30, às 10h30 e a última às 16 horas. - Nos cemitérios municipais dos Distritos de Engenheiro Schmitt e Talhado as missas serão no mesmo horário, às 8 horas. - LINK

 

Edna, o fantasma sedutor - Matéria em PDF

O nordeste brasileiro é cheio de lendas e assombrações, a grande maioria delas envolvendo belas mulheres. Gostaria de lhes contar uma lenda, conhecida por aqui, a lenda de Edna. Conta-se que no Recife, mais exatamente em Casa Amarela, um rapaz que estudava e passava sempre por um cemitério viu, um dia, uma bela garota de aproximadamente 16 anos, loira, olhos castanhos, um ar de sapeca e bastante risonha. Depois de alguns encontros ao acaso, ele a chamou para ir ao cinema e ela prontamente aceitou. Chamava-se Edna. No dia marcado ele faltou a aula para sair com ela e depois desse dia passaram a se encontrar sempre ao lado do cemitério onde trocavam carícias juvenis. Quando ele estava se apaixonando, Edna sumiu, assim como apareceu, sem deixar nenhum aviso. A única coisa que ele sabia era que ela morava em um bairro chamado Alto do Mandu, próximo a um mercadinho que não existe mais.
Semanas após o sumiço dela, o rapaz e um grupo de amigos foram visitar um amigo em comum no bairro de Edna e no trajeto ele resolveu procurar por ela. Passando por uma das casas, viu num quadro uma pessoa que se parecia com ela. Tomou coragem e chamou da porta e foi atendido por uma simpática senhora que perguntou o que desejava; com algum receio, ele pediu para falar com Edna. A senhora franziu o cenho e perguntou se ele tinha certeza disso, ele disse que sim, apontou para o quadro e perguntou se não era ela nele, a senhora disse que sim e contou que há uns três anos vários rapazes da idade dele estavam procurando por Edna e que uns ficavam chateados... por - Amanda Maria

 

 

Gaúchos prestam homenagens no Dia de Finados - Matéria em PDF
Chuva fina que atingiu boa parte do Estado não impediu que milhares de pessoas fossem até os cemitérios do RS
Porto Alegre - Mesmo com a chuva fina que caiu durante toda a manhã, milhares de pessoas saíram de casa para prestar suas homenagens. No cemitério João XXIII, os sete mil visitantes puderam fazer suas orações e arrumar os túmulos de parentes e amigos, sob o som de músicas clássicas executado por um grupo de cordas. No dia em devoção aos mortos, ações de preservação à vida foram ofertadas pela direção do cemitério, como medição de pressão e teste de glicose. No Cemitério da Santa Casa, o maior movimento foi registrado no túmulo de Vítor Mateus Teixeira, o Teixeirinha. Pilchados, os fãs rezavam sob a lápide coberta de flores do cantor morto em 1985. — Tenho quase todos os discos dele e todo ano venho homenageá-lo — afirmou o autônomo e gaiteiro Nelson Pacheco, 54 anos. À tarde, os visitantes do Crematório Metropolitano poderão conferir a apresentação do coral da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

 

 

Cemitérios terão serviços reforçados neste feriado
Os cinco cemitérios públicos do Recife terão o atendimento intensificado durante o feriadão de Finados. A Prefeitura da cidade montará um esquema de apoio para os visitantes com serviços como monitoramento do trânsito no entorno dos locais, controle de comércio informal, ambulâncias do Samu e aumento no sistema de vigilância.Todos os cemitérios estarão abertos das 6h às18h. A expectativa é que 60 mil pessoas visitem

os cemitérios ao longo do final de semana. O reforço começou na última sexta-feira (30) e segue até o final da segunda-feira (2). O maior reforço no atendimento ocorrerá nos dois principais cemitérios da capital pernambucana (Santo Amaro e Parque das Flores). No primeiro, serão disponibilizados 32 atendentes ao público, além de 32 funcionários para a vigilância nesta sábado e o dobro para o domingo e o feriado do dia 2.

No Parque das Flores, estarão à disposição 20 funcionários para atendimento, 24 vigilantes e guardas municipais nos dois primeiros dias do esquema, elevando o efetivo de segurança para 41 servidores. Já na Várzea, Casa Amarela e Tejipió estarão em campo 10 vigilantes da Emlurb e 37 pessoas para o atendimento aos visitantes. - LINK

 

Arte decora túmulos e jazigos

Obras de arte em bronze, pedra, mármore e granito estão em túmulos e jazigos no Cruz das Almas - Lages

O mais antigo cemitério de Lages, o Cruz das Almas, guarda um verdadeiro tesouro. São peças históricas por terem sido criadas há mais de um século e sacras que identificam a religiosidade de dezenas de famílias lageanas. Essas obras de arte são conhecidas e admiradas, mas seus autores são desconhecidos. Anna Elise Ghiorzi Valente, especialista em História da Arte e em Arterapia, diz que Lages nunca teve a cultura da preservação e lamenta que criadores de obras do valor cultural existentes no Cruz das Almas, não estejam identificados com o nome de seus autores. As poucas referências encontradas hoje estão nos jazigos de algumas das mais tradicionais famílias da região, como a Córdova, que tem obra de arte sobre túmulo, datada de 1822; Almeida que tem jazigo em pedra de 1900. No jazigo da família Araldi, obra em bronze tem a inscrição 1912. Ainda no ano 1900, a família Ramos colocou sobre seu jazigo uma estátua em bronze. - LINK

 

 

Reformas e pinturas chegam ao Cemitério Municipal

Os preparativos para o dia de finados (02 de novembro) já começaram no Cemitério da Saudade em Cornélio Procópio. Com prazo pré-estabelecido a restauração dos túmulos poderá ser feita até o dia 31. As informações foram prestadas pelo administrador do local, Luiz Lucas, que mais uma vez organiza um grande mutirão de limpeza que atingirá todos os setores. - LINK

 

Cemitérios estão prontos para Dia de Finados
Os três cemitérios públicos de Campo Grande já estão preparados para receber os visitantes durante o feriado de Finados, que acontece na próxima segunda-feira (2 de novembro). Os cemitérios Santo Amaro, Santo Antônio e São Sebastião (Cruzeiro) receberam serviço de limpeza em geral e pintura em todo o meio-fio. São esperados pelo menos 70 mil visitantes a partir de sábado (31.10) até o feriado.

De acordo com o responsável pela Taíra Prestadora de Serviços Ltda (empresa contratada para administrar os cemitérios), Milton Taíra, com exceção do Santo Antônio que possui banheiros suficientes para atender aos visitantes, os Cemitérios Santo Amaro e São Sebastião vão oferecer banheiros químicos. - LINK

 

 

 

Cemitério da Gleba C - Abandonado - LINK
Covas totalmente e parcialmente destruí­das (foto/Marcelo Franco)
Apesar do cemitério da Gleba C, já está, em termos, desativado, pessoas que possuem entes que foram sepultados no local, reclamam da falta de manutenção. O mato toma conta do local e covas estão total ou parcialmente destruídas..Frente aos fatos, a Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), fez um projeto que prevê a revitalização deste e dos outros cemitérios existentes na cidade.Segundo o coordenador da Sesp, Sirlei Bezerra, em virtude da demanda de sepultamento no município e da pouca verba, a prioridade são os cemitérios que estão ativos: “No cemitério da Gleba C só são feitos sepultamentos de pessoas que já possuem covas, onde foram enterrados outros entes.

Por isso damos mais ênfase na manutenção dos cemitérios que estão ativos e que diariamente são feitos enterros”, disse. - FOTOS

 

Cemiterio Fantasma Abandonado em Natal

Cemitério abandonado de Natal, visto que não tem administração o meso seus túmulos entre os matos nao tem cuidados nenhum. Prefeitura responsável foi comunicada pelo fato do abandono pelo nosso site - esperamos resposta do mesmo.

 

Cemitério de ilha de Rio Grande tem apenas uma vaga
Falta de vagas no cemitério preocupa coveiro Ailton Machado

Recurso previsto no orçamento, a prefeitura ainda não conseguiu erguer novas gavetas no terreno do cemitério

Na Ilha da Torotama, comunidade localizada na Lagoa dos Patos, em Rio Grande, não se pode nem mais morrer. O cemitério da localidade conta com apenas uma vaga. A preocupação se intensificou há três semanas, quando ocorreu a ocupação da oitava das nove gavetas do cemitério – nos últimos anos, enterros não podem ser feitos no solo por razões ambientais. Sem recurso previsto no orçamento, a prefeitura ainda não conseguiu erguer novas gavetas no terreno do cemitério. Uma reunião hoje tentará resolver o impasse. Tem 165 túmulos e nove gavetas. É o único da comunidade, de 2 mil habitantes - LINK

 

Cemitério da Tabatinga abandonado

Cemiterio abandonado no meio do mato em Tabatinga.

Tem gente que diz ser uma área particular,mas que sempre contou com funcionários do municipio para sua limpeza.Olha pelo sim,pelo não,com o Cemitério Público com sua capacidade esgotada, o da Tabatinga é uma alternativa para a comunidade e diminui o numero de sepultamentos no central.Isto significa que deveria ser melhor cuidado.Não é o que acontece como mostra a foto - LINK

 

Expropriações param cemitério do Caniçal - LINK
A obra do cemitério do Caniçal tem estado envolta de muitas polémicas

A construção do novo cemitério do Caniçal continua a dar que falar. A novidade agora é+ que as obras estão paradas há três semanas, depois de ter sido enviada para aquele local, o sítio das Feiteirinhas, uma retroescavadora. Ou melhor: a retroescavadora que ali foi colocada e apenas revirou algumas terras, só trabalhou durante dois dias e depois foi retirada. Desde esse dia que a obra parou.

Pelo que o DIÁRIO conseguiu apurar, a suspensão das obras está relacionada com o processo de expropriações daqueles terrenos, que se encontram por pagar a um proprietário.

Sabe-se que depois do presidente da Câmara de Machico ter sido confrontado com esta questão, foi enviada para o local uma retroescavadora que, nas três vezes que o DIÁRIO visitou o local, esteve sempre parada. Recorde-se que esta é uma obra que não estava prevista no programa eleitoral do PSD, mas que a autarquia machiquense decidiu lançar este ano, através de um contrato-programa com a secretaria do Equipamento Social, num procedimento de urgência por ajuste directo do construtor, que consistia na construção de uma primeira fase com um valor aproximado a 1 milhão de euros. A urgência da decisão esteve relacionada com o facto do actual cemitério do Caniçal estar com um "grave problema de saturação", afirmava, então, Emanuel Gomes. O atraso na obra é tão significativo que o autarca assume sem hesitação que esta será uma promessa que ficará por cumprir, depois de em Fevereiro deste ano, a oito meses das eleições, ter assumido que a primeira fase das obras seria construída até às autárquicas de 11 de Outubro. Pelas novas declarações, Gomes parece ter esquecido essa afirmação, pois agora responde o seguinte: "nunca foi nossa intenção fazer o cemitério até às eleições".

Falta acordo com proprietário

O presidente da Câmara de Machico confirma que o atraso na obra agora está relacionado com dificuldades nas expropriações dos terrenos. "Estes processos têm as suas vicissitudes. Estamos com alguma dificuldade em chegar a acordo com um dos proprietários de uma parcela de terreno. Tem havido várias reuniões e tenho sido informado pelo vereador das obras, dessas dificuldades". De acordo com as palavras de Emanuel Gomes, as dificuldades dizem respeito à intransigência do proprietário que possui grande parte dos terrenos onde vai ser instalado o cemitério, que quer incluir no acordo de expropriação, uma indemnização relacionada com a estrada em terra que foi aberta neste local e que faz a ligação até às serras do Caniçal, que nunca foi paga. "O proprietário neste momento está a querer negociar com a Câmara a expropriação de uma coisa que já é usada há muitos anos e quer meter isso no processo de expropriações", explica o autarca, esperançoso que o assunto se resolva em breve.

 

Prefeitura estipula prazo para obras em cemitérios

A Prefeitura de Marialva, na região de Maringá, estabeleceu prazos para limpeza e reforma nos três cemitérios do município. Para a execução de serviços de construção e reforma de túmulos, o último dia será 29 de outubro (quinta-feira).

A limpeza de túmulos poderá ser feita até 31 de outubro (sábado). “Decidimos definir datas para que os trabalhadores da Secretaria Municipal de Obras e Viação possam tirar os resíduos de construções, pintura e realizar uma manutenção geral nos cemitérios”, disse o secretário de Tributação, Marcos Roberto de Castro. - LINK

 

 

Vila Euclides – São Bernardo do Campo
Mausoléu Familiar – Cemitério da Vila Euclides – SBC
Vila Euclides – São Bernardo do Campo (Fonte: Google Earth)
Nessa 17º Etapa, o local escolhido foi o Cemitério da Vila Euclides, localizado em São Bernardo do Campo e próximo ao Pavilhão de Exposições, antiga indústria cinematográfica da Vera Cruz, pioneira em produções de filmes no Brasil. Bom, não é neste post que descreverei sobre a História de São Bernardo e sim da necrópole em questão.

Como imaginado, o lugar possui uma área considerável, cujo formato lembra uma cunha (vide mapa no Google Earth) e muito arborizado, dando um clima de paz, tranquilidade e amenidade (principalmente pelo fato de que lá o calor não é forte em momentos de pico climático no verão), sendo assim o conceito do cemitério em si na sua essência é bem semelhante às necrópoles consideradas mais sossegadas e pode ser enquadrada como um local em potencial para ser usado como um ponto turístico. Basta a prefeitura local focar um pouco mais sobre o assunto para que Vila Euclides possa ser vista com bons olhos por parte da população e turistas na área cemiterial.

No que se refere ao quadro dos funcionários, no começo houve uma estranheza por 3 razões: o excesso de funcionários ativos no sábado (incomum, analisando a cronologia de trabalho dos cemitérios), embaço inicial por parte dos funcionários e o próprio cemitério, de tão bem cuidado e organizado, deu até pena de começar os trabalhos sem pedir pro pessoal uma autorização para o uso. Entretanto, quebramos o gelo em duas partes: com relação aos seguranças e funcionários, conversamos a respeito e deixamos bem claro as nossas intenções e recebemos conselhos para não dar bandeira (vide as malas que estávamos portando) para funcionários truculentos que possamos encarar futuramente em outro lugar e vimos que são pessoas simples e muito atenciosas...E na parte administrativa, fomos conversar com o responsável no período diurno e no inicío foi relutante e posteriormente acabou concedendo a autorização para as fotos, por conta do tamanho da máquina que normalmente uso. Na discussão (no bom sentido), ele retratou o porque essa celeuma sobre fotografias: ocasionalmente jornalistas a paisana (normalmente vinculados a jornais locais e da Região da Grande ABCD) entram na necrópole para tirar fotos e no dia seguinte, estampam nos jornais os túmulos das famílias e as mesmas se sentem invadidas privacionalmente e no fim fica um ambiente carregado entre os que trabalham com fotografias e administração cemiterial. Retratando a situação, uma vez que não sou jornalista, e sim geógrafo e o Pedro é técnico em edificações, tivemos plena aceitação por parte de todos. Depois dessa conversa, os trabalhos foram facilitados e pudemos tirar as fotos sem maiores problemas e descobrindo cada curiosidade a respeito do lugar, entre eles: garoto que pula o cercado para pegar pipa, funcionários pensando que eu fosse estrangeiro (pelo meu jeito de falar), famílias ilustres enterradas no local, riqueza tumular considerável, tratamento sem igual por parte dos funcionários e no final, relatamos os problemas para o pessoal sobre o cemitério (e também soubemos que no período noturno, apenas 2 guardas municipais vigiam o lugar cuja área é grande) e eles novamente explicaram que foram bem fundamentadas, mas esbarram na própria legislação municipal, uma vez que Vila Euclides é patrimônio tombado e não poderia ser possível construir um muro no local do cercado, além de instalações de segurança pelo local sem passar por trâmites burocráticos locais. Sendo assim, faremos questão de conversar com as autoridades locais via internet para fins de discutir sobre o problema...É correto afirmar que não mudaremos em nada, uma vez que quem decide é a própria prefeitura e a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos. Mas não custa nada dar uma força para que o local possa ser ainda melhor. Com a Palavra, Secretário Municipal de Serviços Urbanos de São Bernardo do Campo.

 

 

 

Horácio Bento de Gouveia vai ter uma lápide no cemitério de Ponta Delgada - LINK
Horácio Bento de Gouveia vai ter uma lápide no cemitério de Ponta Delgada
'Estou morto e estou vivo' é o que se vai poder ler no epitáfio
É uma homenagem ao escritor Horácio Bento de Gouveia, no cemitério da freguesia de Ponta Delgada o escritor vai ter uma lápide no jazigo da família com o epitáfio 'Estou morto e estou vivo'. Um desejo de Horácio Bento de Gouveia manifestado numa entrevista ao DIÁRIO.

Recorde-se que Ponta Delgada é a terra natal do escritor, mas o corpo de Horácio Bento de Gouveia está sepultado no cemitério de São Martinho, no Funchal, sem qualquer referência.

A filha, Maria de Fátima Gouveia Soares, ainda tentou fazer a transladação mas a restante família do escritor não autorizou, uma situação que Fátima Soares lamentou aos microfones da TSF.

 

 

Moradores disputam última vaga em cemitério de comunidade do RS

Zelador diz que não reserva última gaveta do cemitério. (Foto: Reprodução/RSB TV)

Zelador diz que não reserva última gaveta do cemitério. (Foto: Reprodução/RSB TV)

Em uma pequena localidade da Ilha da Torotama, em Rio Grande (RS), os moradores passam por uma situação inusitada. No único cemitério da comunidade de pescadores existem 165 túmulos e nove gavetas. Apenas uma delas está disponível. Na comunidade de 1.800 pessoas, a concorrência para ocupá-la é grande. No cemitério estão enterrados cerca de 600 corpos. Ailton Rocha Machado é o coveiro há quatro anos e alerta que não pode fazer reserva. “Deus que me perdoe, mas pelo que a gente tá vendo, vai ter gente que vai ocupar aquela vaga. A Ilha da Torotama está a 40 quilômetros do centro da cidade. É predominantemente habitada por famílias simples que sobrevivem da pesca. A situação tem tirado o sossego das pessoas. Caso o cemitério fique lotado, os parentes terão de ser enterrado em outras localidades, o que não agrada a população.
Foto: (Foto: Reprodução/RBS TV) A últma gaveta vazia do cemitério da Ilha do Torotama (Foto: Reprodução/RBS TV) “O pessoal tem medo de ter que enterrar em outro local por que isso aqui é uma tradição. Todos os moradores são daqui da ilha, então tem pais, tem avós [enterrados no cemitério] e é uma localidade pobre, ninguém tem condições de pagar em Rio Grande. Aqui é mais em conta”, explica Paulo de Mattos, da associação dos moradores da Ilha da Torotama.
É o caso do pescador Jorge Antônio de Costa. Todos de sua família estão enterrados no cemitério de Torotama. “Pra se deslocar daqui pra ir pro outro lado, fica difícil pra nós. Somos pobres mesmo”, conta. No lugarejo, não se comenta outra coisa. “Tem que melhorar, fazer mais gavetas. Se morrer um, não pode morrer mais ninguém”, afirma Aldenir Gomes, também pescador da Ilha. Mas tem gente que não liga para o impasse. “Eu não quero saber, não vou morrer agora”, brinca o pescador Getúlio de Mattos.


Na igreja, os moradores pedem aos céus saúde e um lugar no cemitério. “Vamos rezar pra que não aconteça nada. É o que nós estamos fazendo pelos moradores da Torotama, rezando”, relata Mattos. A associação de moradores da Ilha da Torotama enviou à prefeitura de Rio Grande seis ofícios relatando o problema. O prefeito informou que o caso está sendo analisado, mas que existem outros cemitérios na cidade caso seja necessário realizar o enterro de alguns dos moradores da localidade.

A últma gaveta vazia do cemitério da Ilha do Torotama (Foto: Reprodução/RBS TV)

A últma gaveta vazia do cemitério da Ilha do Torotama (Foto: Reprodução/RBS TV) - LINK

 

 

Homem é enterrado em picape nos EUA - LINK

Homem é enterrado em picape nos EUA
Homem é enterrado em picape nos EUA

Enquanto a GM luta por sua sobrevivência, um admirador da marca enterrou um de seus produtos no último sábado. Aos 50 anos, Albert Dancy Jr. morreu vítima de ferimentos à bala em Clay Contry, na Virgínia do Oeste (EUA). Antes de partir desta para a outra, o interiorano manifestou seu desejo de ser enterrado em seu carro, uma picape Chevrolet 1967.

O enterro foi na propriedade da família, já que nenhum cemitério tinha espaço suficiente para acomodar um carro de quase duas toneladas. A picape foi enterrada sem motor, transmissão, pneus e fluídos para não contaminar a região. O caixão foi acomodado na caçamba, e Albert levou para a outra vida mais do que o carro: um faca de bolso e um rifle Remington calibre 243, para caçar veados.

 

Coveiro em Caicó diz que sonhava em ser coveiro

“Minha dor maior foi sepultar a minha própria mãe” (Coveiro).

Os cemitérios públicos de Caicó estão se preparando para o dia 02 de novembro dia de finados, quando milhares de pessoas comparecem todos os anos para a visita aos entes queridos sepultados.A reportagem do site esteve no cemitério Campo Jorge na manhã de hoje,30 de outubro e conversou com o coveiro Augustinho Luiz da Rocha, disse que o túmulo mais visitado é do médico Dr. Carlindo de Sousa Dantas falecido em 28 de outubro de 1967. Ali é comum pessoas acenderem dezenas de velas no local e até afirmam ter alcançado uma graça através do médico falecido. Augustinho não escondeu quando disse que seu maior sonho era ser coveiro, disse que adoece quando sai do cemitério, uma passagem engraçada foi quando ainda disse “que daqui não saia nem morto”.

Um passagem triste foi quando comentou o fato de ter sepultado sua própria mãe, disse que foi uma dor inesquecível, relatou que recentemente sepultou o corpo de uma criança que tinha câncer, mas faz todo com muito esforço, pois gosta do que faz. - LINK

 

 

Dupla assalta estaleiro e rouba carro de cemitério
Um assalto no mínimo audacioso mobilizou 12 policiais do Grupamento Aéreo Marítimo (GAM) e um helicóptero, na manhã desta quinta-feira, pelas ruas de São Gonçalo e Avenida do Contorno, no Barreto, Niterói. Dois bandidos armados com revólveres levaram quase R$ 21 mil, em espécie, de uma empresa de serviços navais, em uma lancha privada do estaleiro Renavi/Enavi, em plena Baía de Guanabara. Na fuga os bandidos roubaram o Espace Fox, prata, placa LPL-4770, de um funcionário do Cemitério Municipal Maruí, no Barreto. - LINK

 

Muro do Cemiterio do Araçá caindo do lado de fora prox ao ponto de TAXI
Muro do Cemiterio do Araçá
Fizemos o flagra de maus cuidados do cemitério visto que essa não é a primeiros vês que acontece lá. Temos registro de abandono de túmulos. E uma coisa engaçada ocorreu hoje, ao andar por lá encontrei três coveiros que veio falar comigo de uma pessoa que estava virando as cruzes de ponta cabeça, disse que não sabia de nada sobre o mesmo, e eles comentaram que tudo que ocorre ali de depredação no cemitério é os góticos, falei que não era verdade os góticos são as pessoas que mais respeitam esses lugares e se algum deles verem isso denuncia na ADM. (Autor: kleber Silva - ATHOS)

 

Serviços Urbanos orienta sobre retirada de plantas em cemitério
As plantas sobre os túmulos do Cemitério Campo do Bom Pastor devem ser retiradas no prazo de 30 dias, conforme recomendação da Secretaria de Serviços Urbanos.“O Cemitério Campo do Bom Pastor foi projetado para ser um cemitério jardim, gramado, e não para construir túmulos, jazigos ou qualquer outra arquitetura. Esta concepção de cemitério jardim é de quando elaboraram o projeto e iniciou-se a execução do local. Só que nas sepulturas, onde tem gramado, as pessoas colocam plantas”, disse o secretário de Serviços Urbanos, Wilmar Ferreira. - LINK

 

Polícia expulsa manifestantes em ato em cemitério no Irã - Matéria em PDF

Relatos dizem que a polícia iraniana usou de violência para dispersar centenas de pessoas que se reuniram nesta quinta-feira em um cemitério na capital Teerã para homenagear os mortos em protestos contra o resultado das eleições presidenciais do mês passado. Testemunhas dizem que o líder da oposição, o candidato derrotado Hossein Mousavi, estava entre as pessoas que foram expulsas do local. Alguns dos manifestantes jogaram pedras contra a polícia e houve algumas prisões. As autoridades não deram permissão para a realização da cerimônia no cemitério. Atos em homenagem aos mortos são chamados de Arbayeen no Irã e geralmente ocorrem 40 dias após o falecimento. Entre os dez mortos homenageados nesta quinta, está Neda Agha Soltan, uma jovem iraniana cuja morte foi filmada por uma câmera de um telefone celular. O vídeo circulou por todo o mundo através da Internet e Neda tornou-se símbolo dos protestos iranianos. Ela foi morta com um tiro quando assistia às manisfestações.- LINK

 

 

Verdadeiro Fantasma que Assombra os Cemitérios - Matéria em PDF
Crescemos com a certeza de que a única certeza que temos é a morte. Pois bem, todos nós iremos morrer e de uma forma ou de outra nossos corpos serão dispostos em consonância com credos e religião.

O assunto não é dos melhores para se tratar, uma vez que envolve sentimentos dolorosos... Somente quem já perdeu um ente querido sabe a intensidade da dor... Entretanto, o assunto aqui não se relaciona com os sentimentos que envolvem a morte e sim o modo de disposição dos cadáveres.

Vivemos atualmente uma “onda” de preocupação ambiental e quando falamos de resíduos nos lembramos de quase todas as suas formas, contudo pouco ou nunca se ouve falar a respeito dos cemitérios - A palavra cemitério foi usada pelos primeiros cristãos para designar os terrenos destinados à sepultura de seus mortos. Há que se enfatizar que cemitério é o local onde a morte e causa mortis do individuo estão sepultadas. Portanto, se exsite um local repleto de contaminação, ele se chama cemitério. Trememos de medo ao deparamos com o lixo hospitalar, no entanto visitamos cemitérios, quase ou, sem preocupação alguma. Oras, o que gera o lixo hospitar, senão os serviços e toda parafernalha para o pronto atentimento e socorro a vida humana? O cemitério compara-se a um aterro sanitário para lixos domésticos, uma vez que as matérias enterradas são orgânicas, entretanto existe agravante: é um aterro sanitário com muito "lixo hospitalar" incluso, posto que, a maioria das matérias orgânicas enterradas carrega bactérias e vírus de todas as espécies quais foram, provavelmente, a causa mortis. Devemos considerar, ainda, que metais pesados, advindo de próteses, materiais das urnas etc. contribuem para a ação poluidora e os ácidos orgânicos gerados na decomposição cadavérica irão reagir com esses metais. Acresça-se ainda, os resíduos nucleares advindos das aplicações recebidas pelo indivíduo em vida.

 

 

 

 

O Cemitério Santa Izabel

O cemitério santa Izabel de Mucugê foi construido em estilo bizantino nos lagedos abaixa do moro do Cruzeiro.

Ele é a grande atração de Mucugê,dise que ele é o único construido no estilo bizantino nas Américas. A noite, ele é iluminada e o contraste entre o branco dos túmulos e as rochas escuras é do melhore efeito. Sempre os cemitérios são lugares onde o ar é diferente, o de Mucugê reste inesquecivel.- LINK

 

Cemitério Parque da Saudade – esgoto a céu aberto
Populares que moram nas imediações do Cemitério Parque da Saudade, em Iguatu, estão se deparando com esgotos a céu aberto passando próximo as suas residências, consequências da falta de saneamento. As águas que saem do cemitério e caem na Lagoa da Bastiana, conforme nos informou um popular, passam pela Rua Guilherme de Oliveira, por onde trafegam os transeuntes. A situação tem como agravante o fato de que, além de nenhum tipo de água de esgoto estar imune à poluição e a proliferação de bactérias e outros meios danosos à saúde, principalmente quando não tratada, ainda existe o fato de provir de um cemitério, o que deixa a população ainda mais propensa a riscos, já que os cemitérios são vistos como focos em potencial de contaminação de água. A população espera do poder público municipal uma solução, considerando que saneamento até agora, em Iguatu, ficou apenas nos discursos. - LINK

 

Pedra “trabalhada” desapareceu do muro do cemitério de BadamalosMatéria em PDF
Do muro do cemitério, que fica ao longo da estrada, à entrada da freguesia, desapareceu uma pedra “trabalhada”, em forma de pirâmide quadrangular, semelhante às restantes três que “ainda” lá ficaram.
Os larápios das pedras dos cemitérios passaram por Badamalos e levaram uma, das quatro pedras ornamentais, que se encontram a decorar o muro frontal do cemitério. Não se sabe ao certo quando aconteceu o roubo mas, provavelmente, pode ter sido na madrugada do dia 4 (Rebolosa) ou 5 de
Setembro. Conversando com alguns populares da freguesia ficamos a saber que só agora se aperceberam da falta da referida pedra, apesar de ali passarem tantas vezes. É de realçar o facto de que este é o quarto assalto a cemitérios, que noticiamos no «Cinco Quinas», nos últimos quatro meses. Primeiro foi na Rebolosa. Depois foi em Vila Boa. No passado dia 4, foi novamente na Rebolosa e agora em Badamalos.

 

 

Senador Edward Kennedy será sepultado no Cemitério Arlington - LINK
Washington, 26 ago (EFE).- Os restos humanos do senador Edward Kennedy serão enterrados junto aos túmulos de seus irmãos John e Robert no Cemitério Nacional de Arlington, nos limites da capital americana, indicou hoje a imprensa americana. O mausoléu da família Kennedy, sobre o qual arde uma chama permanente e visível à noite desde o outro lado do rio Potomac, em Washington, são o ponto mais visitado deste gigantesco cemitério, dedicado aos mortos em guerras e ex-soldados dos Estados Unidos.Em Arlington estão sepultados cerca de 225 mil soldados. Estão ali as sepulturas do presidente John F. Kennedy, assassinado em 1963, sua filha, não batizada, que morreu no dia do nascimento, seu filho Patrick, que faleceu dois dias após nascer, e sua ex-esposa Jacqueline, que feneceu de câncer em 1994. Próxima está a sepultura do ex-senador e ex-secretário de Justiça, Robert F. Kennedy, assassinado em 1968. John e Robert Kennedy tinham servido na Marinha dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial. O porta-voz do Cemitério de Arlington, Dave Foster, disse à cadeia FOX de televisão que Edward Kennedy cumpre com as exigências para ser enterrado ali, tanto por seu prolongado serviço como senador no Congresso de EUA, como por seu breve serviço no Exército, entre 1951 e 1953.

 

 

 

 

Convite - Tarde de Autógrafos - Dia 15/08/2009 - Sábado as 15 Horas
Antologia: Dias Contados - Contos sobre o Fim do Mundo

Amigos, vimos convidá-los a tomar um vinhozinho conosco e passar uma tarde agradável no Empório São Francisco. Contaremos com a presença de alguns dos autores os quais estarão Autografando a obra; teremos ainda algumas leituras de contos e poemas, além de muito bate papo,
Onde - Empório São Francisco - Rua Xavier Curado, 542. Ipiranga, São Paulo/SP - Tel: (11) 2063-3415

e-mail: sac@emporiosaofrancisco.art.br www.emporiosaofrancisco.art.br


 

 

Empório São Francisco - Contos sobre o Fim do Mundo - Fotos
"A tarde de autógrafos no Empório São Francisco contou com a presença de muito gente legal e bonita. Os autores Cintia Lira e Gilberto Xis

A equipe CemiterioSP, Lorde A e toda a simpatia do Mauro, Sergio e seus convidados.

Contamos com sua presença no próximo encontro!

Onde - Empório São Francisco - Rua Xavier Curado, 542. Ipiranga, São Paulo/SP - Tel: (11) 2063-3415

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Arucard e Lord A

 

 

 

Descaso: Cemitério Velho” está abandonado - Link
Publicado por - Lameck Valentim /Jadson Osório
Túmulos quebrados, covas abertas, capelas com portões revirados, mato e sujeira. É neste estado que se encontra o Cemitério do Santíssimo Sacramento, conhecido como Cemitério Velho, no centro de Oeiras. Lá estão sepultados personagens notáveis do cenário social e intelectual piauiense, entre eles, o Major Selemérico, o Coronel Jesuíno Moura e o poeta Nogueira Tapety. Até meados do século XX ter um parente enterrado no “Cemitério Velho” era sinônimo de prestígio, visto que, por muito tempo cemitério foi privativo dos membros da Irmandade
do Santíssimo Sacramento e seus familiares. O “Cemitério Velho” é um sítio histórico onde estão expostos dados preciosos em cada epitáfio, como descrição dos valores da época, além de servir como campo de pesquisa para professores e acadêmicos que desejam conhecer a história de Oeiras observando as “relações de poder”. “A não preservação o campo santo do Santíssimo Sacramento é desdenhar da nossa própria história, pois ali não só repousam os restos mortais de figuras importantes para o Piauí, ali está contada implicitamente muita coisa da Oeiras nos idos imperiais”, diz o historiador Júnior Vianna.

 

Cemitério de Messejana passa por limpeza

Serviços de capinação e varrição serão feitos até sexta (7)

A Prefeitura de Fortaleza está reforçando os cuidados com a limpeza do Cemitério Público de Messejana, a partir desta quarta (5) até a próxima sexta (7). Uma equipe de 16 homens foi organizada, pela Regional VI, para realizar os serviços de capinação e varrição no Cemitério. Segundo Karlla Gadelha, assessora da SER VI, a limpeza do equipamento público sempre é intensificada em datas como o dia das mães, dia dos pais e finados. Cemitério de Messejana. O Cemitério Público de Messejana foi fundado em 1836. No ano passado, a Prefeitura realizou reformas na estrutura do equipamento: 03 novos ossários, o muro foi ampliado possibilitando o aumento da área total e a estrutura foi renovada com uma pintura. Com informações da Assessoria da SER VI
- LINK

 

Cemitério pagará R$ 60 mil por sumiço de corpo em MG

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) condenou uma empresa de administração de cemitério de Governador Valadares a pagar R$ 60 mil de indenização por danos morais aos filhos de uma mulher, após o corpo da mãe deles "desaparecer" do túmulo. A família adquiriu o jazigo quando a mãe morreu, em janeiro de 1997. Em abril de 2003, o pai deles também faleceu e, ao ser enterrado, os parentes perceberam que o corpo da mãe não estava lá. No lugar havia os restos mortais de um homem. - Autor: Agencia Estado - Link

 

Cemitério faz promoção de túmulos: Pague um e leve dois
Talvez pela crise na economia norte-americana, um cemitério na cidade de Indianapolis, no Estado de Indiana, lançou uma promoção para atrair novos "moradores". Quem comprar um túmulo no cemitério Memorial Park leva outro de graça.No entanto, o gestor o cemitério, Mark McCronklin, frisou que a oferta de sepulturas não foi motivada pela recessão económica, mas sim devido ao “Memorial Day”.
Segundo McCronklin, o cemitério realiza há vários anos promoções durante o "Memorial Day", um feriado para homenagear os soldados mortos em combate. - LINK
Autor/Fonte: Dn Globo | Edição: Adara Gomes

 

Cemitério Parque da Saudade – esgoto a céu aberto
Populares que moram nas imediações do Cemitério Parque da Saudade, em Iguatu, estão se deparando com esgotos a céu aberto passando próximo as suas residências, consequências da falta de saneamento. As águas que saem do cemitério e caem na Lagoa da Bastiana, conforme nos informou um popular, passam pela Rua Guilherme de Oliveira, por onde trafegam os transeuntes. A situação tem como agravante o fato de que, além de nenhum tipo de água de esgoto estar imune à poluição e a proliferação de bactérias e outros meios danosos à saúde, principalmente quando não tratada, ainda existe o fato de provir de um cemitério, o que deixa a população ainda mais propensa a riscos, já que os cemitérios são vistos como focos em potencial de contaminação de água. A população espera do poder público municipal uma solução, considerando que saneamento até agora, em Iguatu, ficou apenas nos discursos. - LINK

 

Cemitério é o mais novo Point de alguns jovens!!
O cemitério no centro da cidade, está servindo como ponto de encontro entre jovens para diversos "atos duvidosos"(droga, sexo...). Moradores circunvizinhos ao cemitério reclamam da falta de segurança a noite, pois com a pouco luminosidade do local o problema aumenta ainda mais. - LINK

 

Morreu quando assaltava cemitério em França

Homem de 54 anos morreu devido a um ataque cardíaco quando tentava roubar objectos religiosos num cemitério, em França. Foi um cidadão que encontrou o corpo do homem, segundo Pascal Mazouaud, autarca da vila de Valeuil, em Dordogne, no oeste de França. A vítima preparava-se para roubar objectos religiosos das sepulturas, tendo sido encontrados perto do corpo alguns objectos, como um martelo, referiu o autarca. A morte terá ocorrido a 17 de Julho. O médico, que se dirigiu ao local para confirmar o óbito, concluiu que a morte se deveu a ataque cardíaco, segundo a polícia. - LINK

 

VISITA AO CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO 18-07-2009
Visita monitorada consolação - ((Fotos)) - Para quem foi muito obrigado - e para quem nao foi vamos marcar outros encontros do mesmo ok

 

Escola construída sobre cemitério traz lições de história
  Sepulturas de 103 judeus foram escavadas na construção de escola. Exumação levantou tema da preservação de cemitérios judaicos.
Foto: Michael Kamber/The New York Times
Enquanto esta cidade alta e medieval cozinhava no calor da tarde, um grupo de líderes judeus se juntavam ao lado de uma sepultura cavada. Eles se abaixavam para observar pequenos montes de ossos lascados e antigos. Com orações e pedidos de perdão por perturbar a paz de mais de cem almas medievais, eles colocaram os ossos na terra avermelhada.

A discreta cerimônia, no final de junho, marcou o fim de meses de delicadas negociações entre grupos judaicos e autoridades espanholas sobre o destino dos restos mortais de 103 judeus espanhóis, cujas sepulturas foram escavadas, no ano passado, durante a construção de um edifício escolar num subúrbio desta cidade histórica. A exumação infligiu uma condenação internacional de representantes judeus e se tornou um importante campo de batalha na busca pela preservação de cemitérios judaicos por toda a Espanha, remanescentes de uma próspera comunidade que fez de Toledo sua capital, antes de sua expulsão pelos monarcas católicos da Espanha, em 1492.

A disputa enfrentou as exigências da sociedade moderna, contra os direitos de um povo espalhado, para quem uma tumba permanente é um requisito religioso crucial. Isso gerou atritos entre grupos judeus ansiosos por proteger seu patrimônio, mas divididos sobre a forma de lidar com um governo laico. "Toledo é central para a história judaica", disse David Stoleru, co-fundador do Centro de Estudos Zakhor, em Barcelona, um grupo de pesquisa dedicado à preservação do patrimônio judaico. "O Estado tem o dever de proteger esse legado." "Esse assunto tem repercussões internacionais", disse Stoleru. "Não está afetando apenas a comunidade judaica na Espanha, mas a sensibilidade de um povo inteiro." - LINK