TÚMULO
DE EDUARDO PRADO |
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PERSONAGEM |
Trabalhou como adido
na delegação brasileira em Londres, durante o Império.
Conheceu diversos países europeus e também o Egito. Dessas
viagens, faria observações meticulosas no livro iagens,
publicado em 1886. Com a proclamação da República no Brasil, em 15 de novembro de 1889, passou a combater, em livros e jornais, os atos praticados pelo governo republicano. Eça de Queirós, diretor da Revista de Portugal, abriu-lhe as páginas da publicação, para uma série de artigos, editados com o pseudônimo de Frederico de S. e que seriam reunidos em livro com o título de Fatos da ditadura militar no Brasil. Colaborou, também, em "A Década Republicana", obra em que colaboraram os mais destacados monarquistas brasileiros. |
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Os laços de
amizade com Eça de Queirós levaram os admiradores deste
a indicar a figura de Eduardo Prado, como o modelo do Jacinto, imortal
personagem de A Cidade e as Serras, o milionário enfastiado pelos
confortos da civilização e que vai terminar os seus dias
na quietude das serranias portuguesas de Tormes. Também é um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, na qualidade de sócio correspondente. Foi Eduardo Prado um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, na qual ocupou a cadeira nº 40, cujo patrono é o Visconde do Rio Branco. ARTE TUMULAR Base tumular em granito fosco, elevando-se com granito marrom polido com um relevo circular em mármore branco do escritor. Todo esse conjunto suporta uma coluna partida que representa uma vida terminada artes do tempo na simbologia tumular.-1901 AUTOR:Amadeu Zani (*Rovigo,Itália 1869- + Niteroi 1944) LOCAL: Quadra 10, terreno 15 |