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Cemiteriosp |
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- ICQ 619555545 |
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Cemitério
Muncipal de Jaú - patrimônio cultural ameaçado
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Por detrás
da aparência triste dos cemitérios, principalmente
os mais antigos, escondem-se verdadeiras galerias
de arte ao céu aberto. Em países como
a França e Argentina alguns cemitérios
são pontos turísticos que atraem viajantes
do mundo inteiro, como por exemplo, os Cemitérios
de Père Lachaise (Paris) e da Recoleta (Buenos
Aires). Recentemente a cidade de São Paulo
criou a possibilidade de visitas monitoradas para
o Cemitério da Consolação.Na
arquitetura tumular representam-se os hábitos
das famílias que tratam de suas capelas e túmulos
como se fossem prolongamentos de suas próprias
casas, levando para os jazigos os mesmos arranjos
decorativos que o seu nível cultural e social
lhes permite refletir. O ideal de vida da elite brasileira
neste contexto histórico era a imitação
dos hábitos europeus da arquitetura, moda,
festas, convenções e também dos
sepultamentos e ornamento dos túmulos. Acreditava-se
que esse pensamento conferia à sociedade jauense
o ar cosmopolita, moderno e intelectual esmeradamente
almejado. Os cemitérios, também possuem
uma simbologia toda própria que é de
conformidade com o contexto histórico da época.
- LINK
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| Destruído
pelo mar, cemitério divide espaço com
casas e hotéis de luxo no litoral de Alagoas |
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O
cenário paradisíaco das praias de Barreiras
do Boqueirão, no município de Japaratinga,
litoral norte de Alagoas, revela também uma paisagem
fúnebre. Ao lado de casas de veraneio e hotéis
de luxo, e a menos de 1km das tradicionais bicas do
povoado, um cemitério clandestino divide espaço
hoje com a areia do mar. Sem placa, muro ou qualquer
indicação, o cemitério está
em uma das áreas hoje mais valorizadas do litoral
norte de Alagoas. No local, cerca de 30 mortos estão
enterrados – a maioria deles em covas rasas e
sem identificação. Poucos são os
corpos com lápides. Por muitas décadas,
desde o início do século passado, o cemitério
serviu como local de sepultamento dos mortos do pequeno
povoado. Mas, aos poucos, o avanço da maré
foi destruindo as construções e chegando
até mesmo às covas. Diante do avanço
do mar e da irregularidade nos enterros do cemitério,
a prefeitura decidiu proibir, há pouco mais de
dois anos, o enterro de corpos no local. Desde o final
de 2007, todos os mortos têm de ser enterrados
no cemitério no centro da cidade, que fica a
8km de Barreiras de Boqueirão. |
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Segundo
os moradores do povoado, o avanço do oceano nos últimos
anos resultou na destruição completa da igreja
de Nossa Senhora da Penha e do cruzeiro que ficava em frente
ao cemitério. Hoje é possível ver ainda
parte do piso e alicerce das obras, que aos poucos também
vai sendo destruída pelo mar. Uma nova igreja foi construída
na praça do povoado e hoje abriga a paróquia
da região. Antônio Paulo dos Santos, 84, é
um dos moradores mais antigos de Barreiras do Boqueirão
e testemunhou o avanço do mar e a “invasão”
dos veranistas ao povoado. Ele conta que, em 2000, enterrou
a esposa no cemitério, época em que o cemitério
tinha outro aspecto. "Ali tinha a igreja, o cruzeiro
e ainda um pé de castanhola e uma ruazinha na frente.
O mar avançou e destruiu tudo", contou. - LINK
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Cemitério
Cristóvão Colombo |
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Uma
das obras mais destacadas da arte funerária
católica na América, da segunda
metade do século XIX, é a necrópole
havanesa, o Cemitério Cristóvão
Colombo. Sem dúvidas, este é o
lugar mais extenso e urbanisticamente hierarquizado
entre os que no mundo se dedicaram à
memória do Grande Almirante genovês.
Depois de seu falecimento, ocorrido em Valladolid
em 20 de maio de 1506 – neste ano se rememora
os quinhentos anos de sua morte – os restos
mortais de Colombo não descansaram em
paz. Pelo contrario, percorreram um itinerário
de países no qual se registram inumações
e exumações da ossada: na Espanha
(1506 a |
1537
ou 1540), República Dominicana, (Santo
Domingo 1537 ou 1540 a 1795?), Cuba (Havana,
1796 a 1898), e de volta a Espanha (Sevilha,
1898? até hoje). Um valioso artigo do
historiador Dr.Eusebio Leal Spengler, “Em
busca das marcas do Almirante Cristóvão
Colombo” (na revista Universidad de La
Habana, Havana, nº 236, p. 7-27), nos permite
conhecer os detalhes desse curioso destino e
da autenticidade, bastante questionada, dos
referidos restos trazidos até nossa capital,
de Santo Domingo, há mais de dois séculos.
Hoje em dia, espanhóis e dominicanos
ainda mantêm aberto o debate iniciado
em 1877, quando se descobriram ossadas e cinzas
no lugar que ocupavam as dos Almirantes Colombo,
pai e seu filho Diego, na Catedral Metropolitana
de Santo Domingo. Então, a quem pertenceram
os restos que se transladaram a Havana em 1796?
Possivelmente o resultado de uma prova de DNA,
já proposta por um pesquisador espanhol,
ponha um ponto final a esta velha querela. -
LINK
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O
MISTÉRIO DA MENINA ITALIANA ROSALIA LOMBARDO
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MENINA
CADAVER -
Isso não é uma escultura. É um
cadáver mesmo. Trata-se do corpo de Rosalia Lombardo,
uma menina de dois anos de idade que morreu de pneumonia
na Itália em 1920. Rosalia Lombardo é
a mais famosa múmia descoberta numa catacumba
de um monastério Siciliano em Palermo. Os monges
apelidaram o corpo de “beleza adormecida”.
MUMIAS
DAS CATACUMBAS -
Até recentemente era um mistério o porque
de Rosalia Lombardo não entrar em decomposição
como os demais corpos das catacumbas vizinhas. A menina
permanece do mesmo modo que foi armazenada num caixão
com tampa de vidro desde o dia de sua morte. Por muitos
e muitos anos, a fórmula de preservação
usada para manter o corpo da menina permaneceu um mistério.-
LINK |
Cemitério,
Umbanda e Candomblé? |
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Alguém
já pensou em juntar cemitério, Umbanda
e Candomblé? Algumas pessoas ao pensarem neste
assunto, temem, mas o Cemitério Municipal de
Diadema é o único da Grande São
Paulo a ter um espaço reservado para oferendas
de Umbanda e Candomblé. O local é chamado
de Ilê, casa para os umbandistas. Cerca de 500
pessoas por mês independente de sua classe social
ou seus vestimentas utilizam tal espaço, os funcionários
são prova disso. A administração
do cemitério teve de dispor tal espaço
devido às inúmeras oferendas, velas, comidas,
flores que eram deixadas nas calçadas todos os
dias. |
“O
Ilê é uma conseqüência da grande
concentração de terreiros que há
na cidade”, explica o administrador do cemitério,
Armelindo Lopes Santana. O Ilê é protegido
por um cadeado e só entra quem preenche ficha
na administração. Mas não escapa
dos andarilhos, que saem cambaleando depois de tomar
vidros inteiros de cachaça deixada nos trabalhos.
“Nem os frangos escapam. Muita gente leva as oferendas
para comer. Mas acho que os orixás entendem que
quem pega é porque passa fome”, justifica
Santana. Já Ribeiro, freqüentador dos terreiros,
acredita que quem bebe e come das oferendas não
tem mais sucesso. “Não adianta, se mexer
cai na desgraça. Termina os dias na miséria”,
profetiza. (Supervisão de Cláudia Fernandes)
Um funcionário do cemitério e pai-de-santo
que atua no mesmo cerca de 77 anos, Conta que debaixo
do terreno foi enterrada uma firmeza, espécie
de oração, que ninguém sabe o que
é. O administrador cita que apesar das limpezas
constantes, o cheiro no terreno é forte. O terreiro
atravessa a Alameda da Saudade e chega até a
sede da igreja protestante Assembléia de Deus,
logo em frente ao terreno. E relata: “Muitos deles
implicam com a cultura que se é praticada aqui”. |
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Área
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Ano
da Fundação |
Cemitérios |
Área
(m²)
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Ano
da Fundação |
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Araça
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222.000
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1.887 |
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Santana
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38.485
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1.897
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Brás
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182.860
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1.880
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Santo Amaro
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28.800
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1.856
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Campo Grande
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138.912
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1.953
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São Luiz
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326.000
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1.981
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››
Consolação
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76.340
|
1.856
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São Paulo
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104.000
|
1.926
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Dom Bosco
|
254.000
|
1.971
|
››
São Pedro
|
219.780
|
1.971
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››
Freguesia do Ó
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15.000
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1.908
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››
Saudade
|
134.000
|
1.960
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››
Itaquera
|
115.572
|
1.929
|
››
Tremembé
|
80.212
|
1.937
|
››
Lageado
|
56.970
|
1.903
|
››
Vila Formosa I - I I
|
763.000
|
1.949
|
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Lapa
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76.942
|
1.918
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Vila Mariana
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73.699
|
1.904
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››
Parelheiros
|
1.800
|
1.956
|
››
Vila Nova Cachoeirinha
|
350.000
|
1.968 |
››
Penha
|
16.880
|
1.910
|
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Cemitério
do Père-Lachaise |
 |
O
cemitério do Père-Lachaise situado a leste
de Paris, é o maior da capital francesa, inaugurado
em 1804 a primeira inumação aconteceu
em 21 de maio e foi de uma menina de cinco anos. Desde
então houveram cinco ampliações,
passando de 17 a 43 hectares. Se em seu início
ele não era muito bem visto, em razão
de ser muito longe da cidade, hoje é o mais famoso
e um dos mais visitados campos santos do mundo –
recebe cerca de 2 milhões de turistas por ano.
Além da bela arte tumular – são
690 mil monumentos funerários - seu maior atrativo,
sem dúvida, são os mortos famosos que
ele abriga. Abelard e Heloise, Jim Morrison, Édit
Piaf, Allan Kardec, Marcel Proust, Oscar Wilde, Victor
Noir, entre muitos outros estão sepultados lá.
O nome do cemitério é uma homenagem a
François
|
| d’Aix
de La Chaise - “Le Père Lachaise” –
o Padre La Chaise – confessor do rei Luís
XIV e padre jesuíta.. - LINK |
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- Ultima
Atualização 06/03/2010 - |
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