Fatos - Jornal do Cemitério.
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Sapucaia
do Sul - Com o cemitério João XXIII lotado há bastante
tempo e o Pio XII indo pelo mesmo caminho, Sapucaia do Sul fica sem espaço
para enterrar seus mortos. A prefeitura, entretanto, já providencia
a ampliação do segundo em 150 novos túmulos e a construção
de uma nova estrutura em terreno próximo.
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Situado no bairro Lomba da Palmeira e com uma área total de 12 hectares, o cemitério Pio XII possui apenas 70 carneiras para compra, além das 150 que estão em construção. Segundo o secretário de Desenvolvimento Urbano do município, João Huppes, ampliado, o cemitério deve atender à população por cerca de seis meses, levando-se em consideração que algumas famílias costumam enterrar mais de um familiar em um mesmo túmulo. Huppes não soube precisar quantos túmulos existem hoje no cemitério, mas, conforme ele, o Pio XII recebe uma média de 50 a 60 enterros por mês. Há cerca de uma semana, foi concedida uma emissão de posse para a prefeitura de um terreno de nove hectares próximo ao do cemitério superlotado, onde, de acordo com o secretário, começarão as obras para construção de um anexo em aproximadamente 30 dias. A intenção da Secretaria é investir em um sistema de gavetas para maior aproveitamento do espaço e garantir o atendimento da demanda por mais 20 anos. Limpeza -A limpeza do Pio XII e do João XXIII também está entre os planos da administração para este mês. ‘‘Vamos fazer uma limpeza geral nos dois cemitérios, cortar a grama e solicitar às pessoas que pintem os túmulos dos seus entes’’, ressalta Huppes. Fabiane Soares de Oliveira, que enterrou um tio ontem, no Pio XII, alega que o cemitério não recebe cuidados há mais de um ano. ‘‘Tem um ano e dois meses que enterramos meu primo aqui e o mato estava alto. Hoje (ontem) quase nem conseguimos passar com o caixão do meu tio por causa do barro. Depois de tanto tempo, o cemitério continua igual’’, relata. Segundo o administrador do Pio XII, Josefino Leite, a última limpeza do terreno foi no Dia dos Pais do ano passado. Conforme o secretário de Desenvolvimento Urbano, a administração do cemitério estava ‘‘confusa’’ até o ano passado; parte era administrada pela Assistência Social e parte pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano. ‘‘Com a reforma que pretendemos fazer, o gerenciamento ficará totalmente com a Secretaria’’, garante. Ele ressalta que a Assistência Social ficará responsável somente pela avaliação dos pedidos de isenção do pagamento das carneiras pelas famílias carentes. - LINK |
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