TÚMULO DA MARQUESA DE SANTOS
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MARQUESA DE SANTOS: Domitília
de Castro e Canto Melo, primeira e única viscondessa e marquesa
de Santos, (São Paulo, 27 de dezembro de 1797 — São
Paulo, 3 de novembro de 1867) foi uma nobre brasileira, célebre
amante de Dom Pedro I, imperador do Brasil, que lhe conferiu o título
de marquesa em 12 de outubro de 1826. |
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BIOGRAFIA Filha de João de Castro Canto e Melo, coronel, e Escolástica Bonifácia de Oliveira Toledo Ribas, de boa e tradicional família paulista, era neta do coronel Carlos José Ribas, tetraneta de D. Simão de Toledo Piza, patriarca da família em São Paulo. Em 1822, Domitília conheceu Dom Pedro de Alcântara (1798–1834) dias antes da proclamação da Independência do Brasil, em 29 de agosto de 1822. O Príncipe-Regente estaria voltando de uma visita à Santos , quando recebeu, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, duas correspondências (duas missivas da imperatriz Leolpoldina e uma de José Bonifácio) que o informava sobre as decisões da corte portuguesa, em que Pedro deixava de ser Regente para apenas receber e acatar as ordens vindas de Lisboa. Indignado por essa "ingerência sobre seus atos como governante", e influenciado por auxiliares que defendiam a ruptura com as Cortes, especialmente por José Bonifácio de Andrada e Silva, decidiu pela separação do reino de Portugal e Algarve |
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| Dom Pedro e Domitília romperam em
1829, quando segundo o comentário da época (pois nada se comprovou)
ela tentou balear a sua própria irmã Maria Benedita (baronesa
de Sorocaba), ao descobrir seu relacionamento com o Imperador – que
teve como fruto: Rodrigo Delfim. Porém, o maior motivo para a separação
foi devido as segundas núpcias de D. Pedro I com Amélia de
Leuchtenberg. Ele procurava desde 1827 uma noiva nobre de sangue e seu relacionamento
com Domitília e os sofrimentos causados a Leopoldina por este, eram
vistos com horror pelas cortes européias e várias princesas
recusaram-se a casar-se com Pedro. Uma das cláusulas do contrato
nupcial de Amélia e Pedro dizia que ele deveria afastar-se para sempre
de Domitília e baní-la do império. CASAMENTO |
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A marquesa conheceu
o brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar (1794–1857), com quem se uniu
em 1833, tendo casado em segundas núpcias em 14 de junho de 1842.
Dessa união, nasceram quatro filhos: Rafael Tobias de Aguiar Júnior,
João Tobias de Aguiar e Castro, Antônio Francisco de Aguiar
e Castro e Brasílico de Aguiar e Castro. Em sua velhice, a Marquesa de Santos tornou-se uma senhora devota e caridosa, procurando socorrer os desamparados, protegendo os miseráveis e famintos, cuidando de doentes e de estudantes da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco no centro da cidade de São Paulo. |
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A casa da Marquesa tornou-se o centro da sociedade paulistana, animada com bailes de máscaras e saraus literários. MORTE |
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ARTE TUMULAR: Putino importado (anjo) em mármore branco, suportado por uma base tumular , tambe´m em mármore com 4 colunas e cobertura. AUTOR: Desconhecido LOCAL: Rua 1 - Terreno 3 |