Saudades de 2011
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O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...Mário Quintana
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A atriz Elfriede Helene Gomide
Witecy, mais conhecida pelo nome de Geórgia Gomide, nasceu em São
Paulo, no ano de 1937. A atriz trabalhou em diversas emissoras, como Excelsior,
Globo, Record, Rede Manchete, Tupi, SBT, entre outras. Geórgia teve
a oportunidade de trabalhar em várias novelas e de novelas importantes,
como “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Éram
os Seis”, “Redenção”
e “O Direito de Nascer”.
Geórgia Gomide participou do teleteatro “Calúnia”, de 1963, da TV Tupi, deixando a população escandalizada com a interpretação de uma professora lésbica e protagonizando o primeiro beijo entre pessoas do mesmo sexo na TV brasileira. A atriz morreu em janeiro de 2011, aos 73 anos, devido a uma infecção generalizada. - REFERENCIA |
Elfriede Helene Gomide Witecy |
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Com mais de 40 anos
de carreira, Nildo Parente participou de cerca de 80 produções
na TV, no cinema e no teatro. Na Rede Globo, esteve em mais de 20 atrações,
como as novelas "Paraíso Tropical" (2007), "Senhora
do Destino" (2004), e "Coração de Estudante"
(2002) e nas minisséries "Chico Xavier" (2011) - seu
trabalho mais recente - e "Amazônia, de Galvez a Chico Mendes
(2007)". - REFERENCIA |
Nildo Parente |
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Descendente de alemães
tanto pelo lado materno como pelo paterno, Herbert chegou a se formar
em Direito e trabalhar no Departamento de Patentes de uma grande empresa
mas, após seis meses, desistiu e voltou para a carreira de ator.
Foi casado com a atriz Eva Wilma de 1955 a 1976, e ambos são pais
da também atriz Vivian Buckup. Com Eva Wilma fez grande sucesso
na televisão brasileira nos anos 1950 e 60, com o seriado Alô
Doçura. Outros personagens marcaram a carreira do ator na TV em novelas e minisséries da Rede Globo e TV Tupi como em O Machão, O Profeta, Plumas e Paetês, Vereda Tropical, Que Rei Sou Eu?, Perigosas Peruas, A Viagem, O Quinto dos Infernos, Cabocla e Sinhá Moça tendo como um de seus últimos trabalhos o seriado Faça sua História ao lado de Vladimir Brichta e Paulo Ascenção. No cinema foram mais de 60 filmes contracenando com atores como Oscarito, Paulo Autran, Grande Otelo, Jardel Filho e Cacilda Becker. Herbert, que sofria de enfisema pulmonar, morreu em São Paulo no dia 26 de janeiro de 2011, aos 81 anos. - REFERENCIA |
John Herbert |
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Morreu na noite desta quinta-feira
(08/09) o ator e humorista Marcos Plonka, 71 anos, vítima de infarto
fulminante. Plonka é muito conhecido pelo personagem que interpretou
na Escolinha do Professor Raimundo, da Rede Globo. O judeu Samuel Blaustein
tinha como bordão a frase “fazemos qualquer negócio”.
Marcos Plonka integrava o elenco da Escolinha do Gugu, da Rede Record.
Seu corpo foi sepultado no Cemitério Israelita de Embu das Artes,
em São Paulo. Pertencente a uma família judaica no bairro
do Tatuapé, na capital paulista, seus pais nasceram na Polônia
e vieram para o Brasil logo antes da Segunda Guerra Mundial. Foram ser
comerciantes e passaram a ser chamados de “turcos da prestação”,
nome genérico que na época se dava a todos os mascates,
a todo vendedor de “porta a porta”. Marcos Plonka, mesmo no
tempo da escola, só pensava em ser locutor de rádio, mas
não conseguiu. O que conseguiu foi um papel no Teatro da Juventude,
de Tatiana Belinky e Júlio Gouveia. Plonka começou na Rede
Tupi. Com ele estava, desde o começo, o amigo e “quase irmão”
Elias Gleiser (suas famílias vieram juntas da Polônia). Do
Teatro da Juventude, Plonka passou a participar de todos os tele-teatros
da casa. Participou de vários “TVs de Vanguarda”, fazendo
papéis sérios. Mas se deu melhor nos “TVs de Comédia”,
de Geraldo Vietri. Com ele fez inúmeros trabalhos, tanto na televisão
quanto no cinema. Passou a fazer parte de seu elenco e Vietri tinha ciúme
de sua turma. Zangava-se mesmo, quando algum deles participava de outros
programas. Mas Plonka, embora adorasse Vietri, trabalhou também
muito com Wanda Kosmo, e colaborou na direção do Grande
Teatro Tupi, sempre na TV Tupi. - REFERENCIA
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Marcos Plonka |
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Faleceu ontem, 3,
Olyr Zavaschi, irmão do ministro Teori Albino Zavascki, do STJ.
Aos 69 anos, Olyr Zavaschi era colunista no jornal gaúcho Zero
Hora. Responsável pela coluna Almanaque Gaúcho, Olyr Zavaschi
era formado em Direito pela Ufrgs,mas abraçou a profissão
de jornalista em 1968 no Diário de Notícias, ingressando
na RBS em 1971. Foi secretário de Redação do Zero
Hora, comandou o processo de informatização dos jornais
do Grupo e ultimamente exercia a função de editorialista.
Natural de Encantado, Olyr era casado com a psiquiatra e psicanalista
Maria Lucrécia Zavaschi, e deixa três filhos: Guilherme,
Leonardo e Letícia. - REFERENCIA
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Olyr Zavaschi |
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Wilza Carla (Niterói, 29 de outubro
de 1935 - São Paulo, 18 de junho de 2011) foi uma vedete, atriz e
humorista brasileira.
Começou sua carreira artística como vedete no teatro de revista e como intérprete de papéis sensuais em filmes da era das chanchadas. Posteriormente, aproveitando o fato de que havia engordado bastante, celebrizou-se nos filmes do gênero "pornochanchada". O grande momento de Wilza na televisão foi interpretando a personagem Dona Redonda, na novela "Saramandaia", exibida em 1976 pela Rede Globo. A última novela em que atuou foi "A História de Ana Raio e Zé Trovão", de 1990, produzida pela extinta Rede Manchete. Foi também jurada em programas de calouros, em especial o de Silvio Santos. Sérios problemas de saúde, agravados pela obesidade, afastaram-na da carreira artística a partir da década de 1990. No final de sua vida, Wilza sofria de diabetes e do Mal de Alzheimer. Wilza Carla morreu em São
Paulo, cidade onde morou em seus últimos anos de vida, em decorrência
dos males que sofria. Seu corpo foi trasladado para o Rio de Janeiro,
onde foi sepultado no Cemitério do Caju |
Wilza Carla |
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Itamar Augusto Cautiero Franco
(Salvador, 28 de junho de 1930 — São Paulo, 2 de julho de
2011[1]) foi um político brasileiro, 33º presidente da República
(1992-1994), vice-presidente (1990-1992), senador por Minas Gerais (1975-1983;1983-1990
e 2011) e governador do estado de Minas Gerais (1999-2003). Bacharelou-se
em engenharia civil na Escola de Engenharia de Juiz de Fora da Universidade
Federal de Juiz de Fora em 1955. Ingressou na carreira política
em 1958 quando, filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), foi candidato
a vereador de Juiz de Fora e mais posteriormente, em 1962, a vice-prefeito,
não obtendo êxito em ambas as tentativas. Com o início
do Regime Militar, filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro
(MDB), sendo prefeito de Juiz de Fora de 1967 a 1971 e reeleito em 1972,
quando dois anos depois, renunciou ao cargo para candidatar-se, com sucesso,
ao Senado Federal por Minas Gerais, em 1975. Ganhou influência no
MDB, assim sendo eleito vice-líder do partido em 1976 e 1977. No
início da década de 1980, com o pluripartidarismo restabelecido
no país, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro
(PMDB), o sucessor do MDB. Em 1982, é eleito senador novamente,
defendendo sempre as campanhas das Diretas já, e votando no candidato
oposicionista Tancredo Neves para presidente na eleição
presidencial brasileira de 1985. Migrou para o Partido Liberal (PL) em
1986, ano em que concorreu ao governo de Minas Gerais, mas foi derrotado,
voltando ao Senado em 1987 pela terceira vez.
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Itamar Franco |
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Filha única
da francesa Jeanne Bergeon e do militar britânico John Lemb, Lily
Marinho foi criada em Paris. Aos dezessete anos, ficou noiva do jornalista
e fazendeiro brasileiro Horácio Gomes Leite de Carvalho Filho.
O avô paterno de Horácio foi o 2.° Barão de Amparo
e o avô materno, o 1.° Barão de Monteiro de Barros. Chegou
ao Rio de Janeiro um ano depois, contrariando o pai e sendo apoiada pela
mãe. Lily e Horácio tiveram um filho, Horácio de
Carvalho Junior, e viveram quarenta e cinco anos juntos. Entretanto, em
1966, Horacinho morreu em um acidente de carro aos vinte e seis anos,
em companhia da cantora Sylvia Telles. Sete meses depois, aconselhada
por sua amiga Sarah Kubitschek, Lily adotou um bebê, João
Baptista. Foi após seu segundo casamento em 1991, com o jornalista
Roberto Marinho, que Dona Lily, como é chamada, tornou-se uma figura
nacionalmente reconhecida. Eles se conheceram em 1942, na fazenda do empresário
em Cosme Velho, quando a socialite ainda era casada com seu primeiro marido.
Marinho apaixonou-se à primeira vista por Lily, mas omitiu o sentimento
até a morte de Horácio, em 1983. Os detalhes deste primeiro
encontro, tais como sua roupa, jóias e o jeito de cruzar as mãos,
foram contados mais tarde à Lily pelo próprio Roberto, que
se separou de sua segunda esposa, Ruth Albuquerque.Embaixadora da Boa
Vontade da Unesco, Lily Marinho desenvolveu projetos sociais e era apaixonada
pelas artes. Presidiu as comissões de honra das exposições
de Rodin, Picasso, Camille Claudel e Monet no Brasil. Sua decisão
de homenagear Roberto Marinho veio em 3 de dezembro de 2003. A partir
daí, Lily debruçou-se sobre cartas, fotografias de casamento
de catorze anos e, durante quatro meses, mergulhou nas lembranças
revivendo, com saudade, momentos inesquecíveis. Escreveu em francês.
Foram três meses de tradução, releituras e correções
e, onze meses depois, o livro Roberto & Lily estava concluído.
Em maio de 2008, Lily Marinho decidiu colocar jóias, obras de arte
(incluindo quatro telas de Portinari), móveis, entre outros bens,
a leilão, para evitar disputas entre seus herdeiros: o filho adotivo
João Baptista, os quatro netos e quatro ex-noras. Curiosamente,
neste mesmo ano, Lily havia dito que fizera isso pois teria apenas mais
três anos de vida. E estava certa. Seu retrato feito por Kees van
Dongen foi vendido pela Sotheby's por 685 mil dólares. D. Lily
Marinho costumava organizar recepções para personalidades
importantes em sua mansão no Cosme Velho, como a Rainha Sílvia
da Suécia, o ditador Fidel Castro etc. Lily, faleceu no dia 5 de
janeiro de 2011, às 20h05m aos 89 anos de idade, na famosa Clínica
São Vicente no Rio de Janeiro, vítima de falência
múltipla de órgãos[6], decorrente de uma infecção
respiratória. Foi enterrada no dia seguinte, na tumba de seu filho,
no Cemitério de São João Batista.
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Lily Marinho |
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